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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MENOS LEIS, MAIS JUSTIÇA

A Ordem dos Advogados do Brasil,  Seção do Estado do Rio de Janeiro,

e a Letra Capital Editora

convidam para o lançamento do livro


“MENOS LEIS, MAIS JUSTIÇA”

do advogado criminalista



WANDERLEY REBELLO FILHO.


Dia 6 de dezembro, 2ª feira, a partir das 18h,

na OAB/RJ, Av. Marechal Câmara 150, 4º andar.

Av. Treze de Maio, 13/1301

Tel.: 2263-4228 e 2263-9612

Crise e Oportunidade - Tráfico de Tóxicos I

Prezados membros Comunidade Escola Corcovado,




O Rio de Janeiro tem uma chance historica de mudar a cidade de um status de guerrilha urbana para cidade com projetos de combate a pobreza reais e com vies de defesa ambiental incluido.

Nós temos varios projetos reais e entidades (ONGs e OCIPs ) que podem absorver projetos de todos tamanhos.

A Ong Florescer tem o viveiro em Botafogo ao lado da Escola Corcovado.(projetos pequenos)

A OCIP Omabrasil tem membros da COPPE/UFRJ e pode fazer megaprojetos em reciclagem

A Ong Workforworld tem projetos em Guaratiba (no Brasil) de sustentabilidade.(reflorestamento/ hortas organicas/etc)



A verba não sairia da Escola Corcovado / qualquer outra escola e sim de empresários (pais de alunos)

A Escola que tiver diretores com visão, seria vanguarda no mundo em soluções para aprendizado na pratica de sustentabilidade.

Crianças que se sentem incluidas nas soluções para a pobreza e para o meio ambiente.

Qualquer outra escola no Rio ( que conheçam) ou outra escola em qualquer parte do mundo pode participar.

Afinal o Rio de Janeiro será vitrine na Copa 2014 e na Olimpiada 2016.



atenciosamente, Ingo Haberle

Turma 1977 Corcovado

PS. interessados podem enviar e-mail para linpires@yahoo.com

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Agricultura no município do Rio de Janeiro

Acabo de receber e-mail sobre a importância da agricultura neste município e trancrevo parte dele:
Viviane:

Em 19 de julho de 2010 09:00, Viviane Oliveira escreveu:




Ingo, bom dia, tenho contatos em Vargem Grande, Seropédica, Campo grande e estou batalhando para reuní-los, o problema é que aquelas reuniões do CIEP, só serviram para criar mais descrença em qualquer tipo de ajuda, e esses produtores estão querendo se reunir de forma a serem um associação independente de qualquer apoio governamental. Fico em cima do muro. Se conseguir de fato reuní-los, tenho vou conseguir guiar o grupão para a melhor proposta. Todos esses de meu conhecimento são pequenos produtores como Memeu e eu, ou pouco maiores do que nós, há uma descrença generalizada de que os grandes produtores se estiverem envolvidos vão bloquear o crescimento dos paquenos, acreditam que verbas agrícolas só acontecem para os grandes, olha! tudo muito difícil. Apresente uma proposta concreta, objetiva que envolva uma liberação de verba imediata para cada produtor, mesmo que essa verba tenha um destino objetivo por ex. destinada à sombrite vasos ou ao espaço de comercialização destinado à produtores, o que tenho vários inclusive um que acho ótima opção que é na Vargem Pequena em frente à Record, existe também a opção de utilizar o espaço destinado na prefeitura para essa finalidade que é ao entre a sagap e antigo anjos do Rio em frente ao posto Ipiranga próx. à Fazenda Modelo. Precisamos de mais ação, se conseguirmos alguma coisa neste sentido objetivo/imediato conseguimos todos os produtores unidos num só objetivo "o cescimento individual dentro de um gupo cescendo junto e colocando o estado num ranking de produtor à nível nacional" Por favor não deixe de responder, estou batalhando um grupo de 50 à 100 produtores. Obrigada Viviane







Responde Ingo:

temos uma grande luta para conseguir apoio dos pequenos agricultores, mas o fato é o seguinte:


O nosso municipio não tem Secretaria de agricultura e querem extinguir em etapas a possibilidade de se pagar INCRA, pois querem recolher IPTU.

Se querem verbas antes de agir, isto não existe.

Se não há agricultura, não se obtem credito agricola nem Pronaf ( que é verba federal).

Deverá haver um movimento para exigir a mudança na legislação municipal que mostre que a agricultura existe sim.

Para isto deveriamos organizar passeata e ir na Alerj e reinvindicar a existencia do setor.

Este é o primeiro passo.

Querer verbas será o segundo passo.

Sem agricultura não haverá agua limpa nesta cidade, pois a agricultura precisa de nascentes e água limpa para poder existir e ai atrás tem que existir a floresta.

Se todos venderem seus sitios ao redor da cidade, vão virar condominios clandestinos e favelas.

Os filhos dos agricultores tem que ter estimulo para continuar no trabalho dos pais.

Para isto temos que agir e mostrar que a agricultura existe, a receita pode ser menor que industrias , mas mantem parte da popuulação fora das favelas e haverá verde .

A sustentabilidade do planeta mostra que os produtos tem que vir de perto, para reduzir os fretes.

O Rio de Janeiro tem agricultura e querem sufocar ela até morrer.

Nós vamos achar os meios de reverter esta situação.

Quem mais pode se pronunciar e apresentar soluções e ideias de ação concreta???



abços, Ingo

terça-feira, 13 de abril de 2010

À Defesa Civil no Rio de Janeiro

Prezado Sr. Prefeito Eduardo Paes,
 
Gostaríamos de solicitar o seu apoio para o agendamento de uma visita para laudo técnico da GEORIO ou DEFESA CIVIL sobre as condições do terreno deviso ao desabamento de parte da lateral da Estrada Dom Joquim Mamede e da Almirante Alexandrino nas laterais do terreno da SOCIEDADE BUDISTA DO BRASIL, entidade sem fins lucrativos.
 
É importante sabermos se existe risco das pessoas que residem permanecerem no local. 
Aparentemente o terreno pode ceder mais nas laterais e a situação é de risco.
 
O centro de meditação e propagação de uma cultura de paz é o único Templo Budista Theravada da América do Sul que existe há 40 anos no local. Existem livros raros, imagens e itens de importância cultural e religiosa.
 
O endereço é Estrada Dom Joaquim Mamede  no 45, Santa Teresa,  perto da Escola  CEAT. Pouco acima do Morro dos Prazeres .
 
Agradecemos pela atenção ,
Fabiana Gomes, Diretoria e amigos sócios da SBB
21 7885 6978a/c Sra. Maria Cecília Annes Dias Barreto ( Café Globo )

sábado, 28 de novembro de 2009

Lino Guedes batendo papo I

Ingo: Lino, enviei este material e gostaria que o lesse. Que tal?

Prezada Sra . Fatima e Sra. Cristina,

O projeto de produção de palmito da palmeira real cria condições de :

a)Gerar sustentabilidade pois em vez de mandar vidro vazio para a Amazonia e trazer água amazonica e um pouco de palmito por 6000 KM, devemos lutar para evitar que quase 90% do que Rio e São Paulo consomem seja produzido tão longe.

b)Gerar fixação de CO2 ,pois folhas e troncos irão permanecer no solo, pois matamos a palmeira real ao extrair 0,8kg de palmito.

c)Gerar água no subsolo, pois iremos introduzir 10.000 individuos em área de bananal com 600 pés.

Muitas áreas do Rio estão ficando até sem água no subsolo.

d)Criar condições de no entorno de Parques e APAs ter a agrissilvicultura contribuindo para a melhora do meio ambiente.

e)Criação de emprego e renda para os bananicultores

f)Criação de renda para os produtores de mudas das palmeiras reais (excluidos e preferenciamente mulheres com muitos filhos e sem uma estrutura familiar.

Teremos que produzir milhões de mudas.

Verificarmos com o Sesc de abrir a compra do palmito produzido NO RIO DE JANEIRO

Ai abrimos frentes de empregos para pequenos agricultores hoje sem recursos e sem tecnologia


Lino Guedes: tenho essa palmeira no sítio - veja aqui na foto, onde desenvolvemos o Projeto Plante Uma Árvore e sei de seu potencial econômico e concordo com os beneficios expostos no seu texto. No entanto, pergunto: não seria ainda melhor se plantássemos o palmito jussara com essa finalidade, ou ainda outras espécies da Mata Atlântica, haja vista que a palmeira real é oriunda da Austrália e pode não ser tão útil a nosso sistema ecológico?

Pergunto ainda se há barreiras legais que impeçam o plantio comercial das palmeiras da Mata Atlântica?

Ingo: Estamos, sim, reintroduzindo a palmeira Jussara, mas por ser nativa da Mata Atlantica, não é permitido seu corte. É especie vital nos projetos, mas para ficar na área de reserva legal da propriedade e ao longo dos cursos dágua.

Justamente por serem exóticas, a pupunha e a palmeira real são permitidas para o cultivo e a extração. Hoje são dezenas de mil hectares produzindo palmeira real em Sta Catrina e Paraná, para consumo lá e já estão exportando.

No Rio não há incentivo, visto que nem Secretaria de Agricultura nosso municipio possui, de tanta importancia que dão a esta área .

Faça pesquisa no Google sobre :

Archanthophoenix cunninghamiana e A. alexandae

Vai ver o que fazem lá no Sul

O cultivo de palmeira real evita a devastação das reservas de nativas como a Jussara.

Lino Guedes: Concordo e passo a entender que a proteção legal acaba por prejudicar a espécie. Ou seja, se a lei previsse a exploração racional da jussara, esta teria sua conservação garantida, pois haveria interesse comercial em seu plantio, o que deixa de ocorrer devido a essa proteção que vejo contraproducente. Pena.

Ingo: São coisas reais. Se você prova que plantou, por que não pode colher de forma racional???

É uma grande verdade. Por isto se o fazendeiro conseguiu ter uma grande área em pasto, pouquíssimos pensam em deixar virar floresta.

Aí, se cortarem, pagam multa ao IBAMA, que esquece que ele plantou.

Lamentavelmente esta é uma grande verdade, o mundo precisa de água e florestas, mas as leis não são adaptadas para quem faz existir uma floresta.

Em vários estados já existe o ICM ecologico, que financia os fazendeiros que hoje são pagos por produzir água e ar puro.

No Rio ainda estamos parados no tempo.

Mas nós temos muitas áreas aqui para reflorestar e fazer nossa parte.

Até terça.

Lino Guedes: Até terça, quando poderemos ter outro diálogo que poderá ser compartilhado aqui no projetoplanteumarvore.blogspot.com

sábado, 31 de outubro de 2009

Cultura de Segurança no Trânsito


Este flagrante foi colhido nesta manhã, à porta da Emergência do Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, RJ. Na foto notamos um casal sobre uma motocicleta, sem capacetes, completamente desprotegidos. O irônico é que a moça está com a perna direita completamente coberta por curativos, o que não consegui fotografar.

Ao serem questionados, confirmaram que iriam sem capacete e assim o fizeram. Este hospital fica à beira do entroncamento das rodovias que levam à Petrópolis e à Teresópolis.

Coisas comuns de serem vistas no Rio de Janeiro: jovens motociclistas sem capacete e motoristas trafegando à noite nos bairros das Zonas Oeste e Norte com os faróis apagados. Nem sequer ligam as lâmpadas de estacionamento, como também é comum motoristas de ambulância não utilizarem cintos de segurança. Quando ambulâncias trafegam sem médico a bordo, será que motoristas e técnicos de enfermagem protegem com cintos de segurança os doentes e seus acompanhantes?

O que têm a dizer as autoridades? O que tem a dizer o comandante da P.M. do Rio de Janeiro?

Aqui ao lado, abaixo, um jovem entregador de gás fotografado recentemente no Méier, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro. Veja-se a insegurança de sua atividade, veja-se qual a responsabilidade da empresa na qual trabalha...

Teremos imenso prazer em receber aqui suas declarações.

domingo, 5 de abril de 2009

Zico, um astro acessível

Eis o que mais me deu prazer em sua escola de futebol: qualquer criança, qualquer adulto que lá esteja, pode pedir e receber gratuitamente um livro autobiográfico do Zico na boutique da escolinha e ele tem a maior paciência com todos nós, de qualquer idade, de qualquer aparência e com a maior boa vontade autografa livros e camisetas. Tem também paciência e prazer para posar para fotos com crianças e adultos...

domingo, 18 de janeiro de 2009

12th International Vegan Festival

Veganism: a revolutionary life style

22-25 July 2009 – PUC-Rio - Brazil
The world longs for peace, respect and dignity. The Environment is being mercilessly destroyed and gives back its answer. Natural resources are being exhausted by the unsustainable exploitation imposed by a wasteful mode of life. We lose species diversity without even knowing it. Diseases, obesity, suffering and hunger abound.

Click on the link above to go to the Vegan Festival home page

domingo, 4 de novembro de 2007

Compromisso

Há coisa de poucos anos atrás um jovem diplomata brasileiro, ao passar pela alfândega de um aeroporto dos EUA, ao ser questionado sobre o conteúde de um volume que carregava, brincando, respondeu ser uma bomba. Foi preso e deportado, apesar das explicações de estar brincando. Èsta cena verídica pode ser interpretada pensando-se que americano não sabe brincar.

Enquanto isso, aqui no Brasil, nosso presidente Lula, promete elevar a idade da aposentadoria, ferindo direitos adquiridos de quem, obrigado por força de lei e muitas vezes contra sua própria vontade, teve que pagar INSS por muitos e muitos anos e quando precisou de hospitais do SUS encontrou-os desaparelhados, seus profissionais mal remunerados, medicamentos básicos em falta, leitos em falta, sendo os doentes muitas vezes amontados pelos corredores. Descalabro é o que se vê na rede pública de hospitais do Rio de Janeiro e também de outros estados.

Se americano não sabe brincar, sabemos nós o que e quando levar a sério?

Como está e assim espero, em seu último mandato, fala de mexer com a aposentadoria e os políticos que pensam em se eleger falam ao contrário. Eleitos, trairão nossos votos e certamente aprovarão novas leis para a aposentadoria que ferirão direitos adquiridos. Por quê fariam isso? Para que o Estado, tendo menos aposentadorias a pagar, fique com mais dinheiro em caixa para tais sacripantas roubarem, ora pois.

Como é possível um infeliz colocar som de funk ao lado do Hospital Estadual Pedro II, em Santa Cruz, Rio de Janeiro, por meses a fio, desafiando autoridades. Que autoridades são estas nossas que não conseguem fazer respeitar o silêncio necessário à recuperação de nossos doentes? Que permitem que Postos de Saúde não tenham aparelhos de eletrocardiograma funcionando em suas Emergências?

Os professores de nossos filhos recebem tão parcos salários que, muitos são exemplo de que é perda de tempo estudar. O aluno vendo o professor tão mal remunerado pode pensar ser perda de tempo o estudo e que melhor seria uma outra atividade. Morando em uma favela, vendo traficantes de roupa nova, usando tênis de marcas famosas, namorando as meninas mais bonitas do pedaço...pode pensar: estudar para quê?

E lá vai a vida. Enquanto o Vasco acumula vice-campeonatos, o povo vê novela, fala do vizinho e os mais vivos fazem o que bem entendem dos que, achando-se muito vivos, investem tempo e dinheiro em cervejadas, churrascadas. Crianças sem professores nas escolas que aprovam depois de anos sem matemática, português, história...Nos hospitais, a morte nos espera a todos. Pais desesperados vendo seus filhos morrerem. Tristemente vemos idosos se acabando em condições abaixo dos limites mínimos da dignidade. Até mesmo um cachorro agonizando, atropelado, na Av. Brasil, onde também cavalos são atropelados, compõe o quadro do dia a dia dos bairros pobres do Rio de Janeiro, imensa favela pontilhada por algumas nuances de urbanismo e paisagens magníficas.

Respirar é preciso, respirar é necessário. Respirar é gostoso, respirar é viver. Respirando aprendemos a ver a morte, o destino, tudo. Respirando temos mais energia para podermos perceber, compreender e melhor lidar com a realidade.
Enquanto tudo isso, continuamos a cuidar de nossas mentes, de nossos corpos, do meio ambiente. Meditamos, estudamos e plantamos árvores.

Lino Guedes Pires