Projeto Plante Uma Árvore
Publique aqui sua ação, seu desejo por um mundo melhor para todos os seres - Sempre podemos mais do que nos foi dito podermos -
domingo, 24 de março de 2013
CURSO DE IMPLANTAÇÃO DE AGROFLORESTA SUCESSIONAL
Felipe Amato é instrutor dos cursos de Agroecologia e Agrofloresta na Escola Da Terra, Pedro de Toledo, SP
Marcadores:
Agrofloresta,
curso de Agrofloresta Sucessional,
curso de implantação de agrofloresta sucessional,
policultivos
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
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A empresa Google nunca respondeu aos pedidos de ajuda para a questão de anúncios. Hoje, venho a saber que a empresa descontinuará a publicação de anúncios nos blogs. Portanto, se você se interessar, entre em contato direto com o Projeto Plante Uma Árvore.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
P400 Na Widmen
P400
Porca pipa, parece que nasceu ontem!
Somente com meu carro atual já rodei mais de 400 mil Km e já
tive outros carros e já rodei muito também
em veículos de terceiros sem nunca me acontecer a formação de uma bolha
no pneu, ainda que já haja visto isto em outros carros.
Recentemente comprei e troquei quatro pneus P400, da
Pirelli, na Widmen, loja da Barra, na Av das Américas. Com os pneus ainda
novos, com pouco uso, surgiu uma bolha no pneu trazeiro de meu carro, um Pálio
1.0, o mesmo que acima relato haver rodado mais de 400 mil Km. Rodei tudo isso
usando pneus de diversas marcas, inclusive da Pirelli e ao perceber a bolha, me
dirigi à Widmen da Av das Américas, aquela que fica em frente ao Barra
Shopping, na terça feira, 02 de outubro de 2012 e fui gentilmente atendido pelo
vendedor que imediatamente encontrou a compra
consultando pelo número da placa o computador da loja . Identificada a
compra, chamou o gerente. Aí começaram os problemas.
O gerente da loja, um senhor de meia idade, de cabelos
grisalhos, sem sequer me dar bom dia, começou a me culpar pelo acontecido. Como
se eu não tivesse mais nada a fazer na vida, me disse para voltar lá no dia
seguinte, pois toda quarta feira vai lá um representante da Pirelli para
analisar ocorrências. Como tinha que viajar para São Paulo ainda naquele dia,
já com o pneu defeituoso como estepe, ele se propôs a desmontar o pneu, vejam só, para me mostrar
que eu havia causado o problema. Como não concordei e houvesse reclamado que
ele nem sequer soube me dar bom dia, desculpando-se, propôs me dar um folheto com
o 0800 da Pirelli.
Tenho foto do pneu que publiquei em meu facebook, se quiser,
podemos combinar para você ver o pneu como está, já que o mantenho como estepe,
montado na roda, como está desde o dia em que o comprei para que possa avaliar
por si se há indícios de que eu seja um
motorista que arrebenta pneus, ainda que rode no Rio de Janeiro, cidade onde
dirijo desde 1978.
Lembre-se: Pirelli P400 comprado na Widmen, loja situada na
Av. das Américas, 4183. tel (021) 2430-6100 Barra da Tijuca, Rio de Janeiro -
em frente ao Barra Shopping, Rio de Janeiro.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
CRONICAS CAIÇARAS -
Paulo Barreiros
Crónicas caiçaras
Com o intuito de fotografar garças com proximidade, um destes dias fui até um rio nas imediações de uma lota de peixe. Tive algumas oportunidades fotográficas interessantes e aproveitei a maioria delas. Nisto surge de rompante um garoto de uns 15 anos, obeso, com uma expressão imbecil. Ele se divertia espantando as aves, correndo atrás delas e tentando chutá-las antes que levantassem vôo. Eu admoestei-o educadamente, mas com firmeza. Ele, que era extremamente mimado e certamente não deveria estar acostumado a ser repreendido, olhou para mim num misto de ódio e temor. Depois, na troca de mensagens tácitas, virou-se para a sua mãe, que aguardava por ali, enviando-lhe um olhar que era tanto inquisidor como um pedido de proteção. A mulher, bem “pirua”, fez-lhe um gesto de anuência acompanhado de uma expressão furibunda. Aí o garoto me olhou desafiadoramente e voltou à carga, molestando as aves e a mim. Eu voltei a pedir que parasse, mas, desta feita, já não pedi <>; porém, não recorri a ameaças nem a palavrões ofensivos. Previsivelmente, a mulher investiu contra mim gritando impropérios (chegou mesmo a ser doloroso para os meus tímpanos!) e me empurrando. Apesar da sua pose de “madame”, era mal educada que só visto! O cerne da sua argumentação foi que o seu filho <>(sic)! (nisto o garoto, que estava encostado às costas da mãe, aproveitou para me dizer: <>...) Acrescentou que eu poderia ensinar o que quisesse aos <> (sic) dos meus filhos, mas que não me poderia dirigir ao seu filho porque ela tinha mãe para o proteger. E finalizou dizendo que eu nem tinha o direito de chamar o filhinho dela (que já tinha o meu tamanho) de <>(sic)!
Afinal, a lei de proteção ao menor não serve apenas para bandidos mirins e flavelados cometerem crimes impunemente...
Irritado e enojado, parti. Mas regressei a esse local umas semanas depois.
O mercado de peixe é separado das traseiras de numerosos restaurantes, botecos e peixarias por um rio que encontra o mar a uns 200 metros dali.
A maré estava baixa e faltava pouco para o ocaso. A essa hora a lota há muito que fechara e quase ninguém circulava por ali. Posicionei-me sobre umas das pequenas pontes para pedestres e ciclistas, me esforçando por segurar a comida no estômago, pois era agredido por um fedor pungente. Lá em baixo, garças e urubus alimentavam-se dos restos de peixe e outras porcarias que quase todos os comércios daquele bairro arrojam direta e constantemente no rio – mas negam essa evidências às autoridades que parecem padecer de cegueira e anosmia, ou totalmente absentistas/negligentes. Mal tinha tirado umas fotos quando apareceu um jovem com uma expressão de energúmeno, vestido como um funkeiro na praia. Tudo na sua linguagem corporal denunciava o abuso de drogas. Próximo de mim, sentou-se num muro ao lado da ponte, onde uns arbustos o protegiam dos eventuais olhares indiscretos provenientes da rua principal, do outro lado do rio. Logo jogou a sua lata de cerveja na água, me fitando desafiadoramente. Eu evitei o contacto visual com ele, mas fiquei atento, pois temia que ele pudesse tentar me assaltar. Seguidamente, ele pegou numa pedra e arrojou-a sobre o núcleo principal de aves onde eu assestava a minha câmara, provocando uma debandada. Na verdade, ele queria era que eu me fosse embora, a fim de poder fumar crack tranquilamente. E resultou, pois fê-lo sem demoras, enquanto eu me afastava.) Fui para outra ponte, mais próxima das casas de pasto.
Com total desprezo pelas leis ambientais e pela saúde pública, pela janela de um popular restaurante (recomendado até pela revista de maior circulação no Brasil, influenciando grandemente a classe média com prolixas mentiras e o seu desprezível posicionamento bem à direita do espectro político), alguém despejava restos de peixe diretamente no rio, como é habitual. (Sendo um domingo, as probabilidades de serem pegos em flagrante por autoridades ambientais ou sanitárias, eram quase nulas.) um elevado número de garças, urubus e gaivotas foi atraído para esse festim pantagruélico. Tal frenesim alimentício me oferecia boas oportunidades fotográficas. (Ei, não sejam expeditos em me julgar como hipócrita; é óbvio que eu não acho que boas fotos sejam uma justificativa para compactuar com a transformação de um rio em esgoto!) O dono do referido restaurante estava à janela, junto com um empregado e um par de clientes. Olharam para mim, sorrindo com malícia apedeuta. Logo o dono se retirou do meu raio de visão, regressando de seguida. Trazia na mão um objecto pequeno (impossível de identificar, à distância que eu me encontrava) que provocou uma grande excitação nos seus comparsas. Não demorei a perceber porquê... O tipo atirou um petardo/rojão (não era uma bombinha de carnaval) bem no meio das aves a menos de 3 metros baixo dele! A explosão foi forte, arrancando até penas das aves fugindo apavoradas. Algumas tinham um vôo errático, entontecidas, denunciando problemas de equilíbrio devido à explosão. Até eu, que estava a uns 30 metros de distância, fiquei com dores de ouvido – imaginem as aves!
Atravessando o zunido que se apoderou momentaneamente do meu cérebro, apenas consegui escutar as gargalhadas dos filhos-da-puta. Um deles, o empregado, até veio fumar um cigarro para junto de mim e da minha namorada, para melhor curtir o efeito da sacanagem que acabara de ser cúmplice ativo. Os nossos insultos apenas deram mote a mais risadas de escárnio. Puxa, como deve ser divertido provocar maus tratos aos animais apenas para prejudicar os turistas... e isto que eles têm um negócio que vive essencialmente do turismo, assim como toda a cidade praieira (que nem rede de esgotos possui, pois tal não dá votos...).
Naquele momento deveríamos ter chamado a polícia, mas há muito que se apossou de nós a desilusão sobre a impunidade das autoridades que ferem este país.
No dia seguinte relatámos o ocorrido a um amigo grande entusiasta da ornitologia e que trabalha num órgão de fiscalização ambiental ligado à prefeitura. Ele ficou indignadíssimo e prometeu tomar providências.
Volvidos um par de dias, encontrámo-lo de novo. Ele nos contou que se dirigiu pessoalmente ao restaurante alvo das nossas acusações, e falou com o dono. Este último admitiu a cagada (sic), mostrando medo das conseqüências (financeiras). No final, tudo se resumiu a um “puxão de orelhas” informal, acompanhado de promessas de não reincidência dos prevaricadores. (Ficamos de olho nisso!) Viva os brandos costumes dos que cultivam a cortesia e acreditam que o ser humano é essencialmente bom...
Entretanto, diariamente no mercado supracitado podemos ver índios (alguns deles são mulatos que de “índios” apenas têm tatuagens alusivas, mas, a bem da verdade, “etnia” é um conceito mais cultural do que genético) vendendo palmito e orquídeas silvestres – o que é ilegal. São pobres e só cometem tais crimes ambientais porque abundam compradores entre a classe média maioritariamente hostil aos índios e a qualquer estilo de vida alternativo à depredação capitalista.
Até já cheguei a escutar uma piruona (falsa loira, como sempre acontece no Brasil – cuja população de “loiras”, tanto em números totais como per capita, deve ser superior à da Suécia) pedir a um dos índios para lhe arranjar – subtraído à mata - um pássaro bem colorido destinado à gaiola, enquanto comprava umas mudas de orquídeas silvestres. (O índio anuiu, pedindo o n.o de telemóvel/celular da cliente, asseverando contactá-la logo que capturasse a ave desejada. Ele até perguntou se podia ser um sabiá, mas a “madame” declinou a oferta, enfatizando que tinha que ser um bem colorido...) Cadê o IBAMA e a FUNAI?!
Por toda a cidade, sobretudo nos bairros periféricos, os caiçaras exibem para os transeuntes as suas aves engaioladas. A maioria delas é “protegida por lei”. Algumas, poucas, até estão anilhadas com a chancela do IBAMA que torna os criminosos em “fiéis depositários”, espalhando o mau exemplo. A polícia ambiental abstem-se de fazer a sua obrigação. Pior, uma fonte fidedigna até nos avisou que tais agentes de autoridade não raras vezes acabam por revelar aos prevaricadores (parentada e amigos) a identidade dos denunciadores.
Em qualquer loja que venda rações para animais, podemos encontrar várias marcas cujas embalagens anunciam (textualmente e pictograficamente) misturas especiais para espécies de aves que supostamente é proibido ter em cativeiro. Procurando nessas prateleiras, não raras vezes estão à disposição dos clientes artefatos de captura ilegal de aves e até tesouras especiais para cortar as penas de vôo desses animais desgraçados.
Afinal, a lei de proteção ao menor não serve apenas para bandidos mirins e flavelados cometerem crimes impunemente...
Irritado e enojado, parti. Mas regressei a esse local umas semanas depois.
O mercado de peixe é separado das traseiras de numerosos restaurantes, botecos e peixarias por um rio que encontra o mar a uns 200 metros dali.
A maré estava baixa e faltava pouco para o ocaso. A essa hora a lota há muito que fechara e quase ninguém circulava por ali. Posicionei-me sobre umas das pequenas pontes para pedestres e ciclistas, me esforçando por segurar a comida no estômago, pois era agredido por um fedor pungente. Lá em baixo, garças e urubus alimentavam-se dos restos de peixe e outras porcarias que quase todos os comércios daquele bairro arrojam direta e constantemente no rio – mas negam essa evidências às autoridades que parecem padecer de cegueira e anosmia, ou totalmente absentistas/negligentes. Mal tinha tirado umas fotos quando apareceu um jovem com uma expressão de energúmeno, vestido como um funkeiro na praia. Tudo na sua linguagem corporal denunciava o abuso de drogas. Próximo de mim, sentou-se num muro ao lado da ponte, onde uns arbustos o protegiam dos eventuais olhares indiscretos provenientes da rua principal, do outro lado do rio. Logo jogou a sua lata de cerveja na água, me fitando desafiadoramente. Eu evitei o contacto visual com ele, mas fiquei atento, pois temia que ele pudesse tentar me assaltar. Seguidamente, ele pegou numa pedra e arrojou-a sobre o núcleo principal de aves onde eu assestava a minha câmara, provocando uma debandada. Na verdade, ele queria era que eu me fosse embora, a fim de poder fumar crack tranquilamente. E resultou, pois fê-lo sem demoras, enquanto eu me afastava.) Fui para outra ponte, mais próxima das casas de pasto.
Com total desprezo pelas leis ambientais e pela saúde pública, pela janela de um popular restaurante (recomendado até pela revista de maior circulação no Brasil, influenciando grandemente a classe média com prolixas mentiras e o seu desprezível posicionamento bem à direita do espectro político), alguém despejava restos de peixe diretamente no rio, como é habitual. (Sendo um domingo, as probabilidades de serem pegos em flagrante por autoridades ambientais ou sanitárias, eram quase nulas.) um elevado número de garças, urubus e gaivotas foi atraído para esse festim pantagruélico. Tal frenesim alimentício me oferecia boas oportunidades fotográficas. (Ei, não sejam expeditos em me julgar como hipócrita; é óbvio que eu não acho que boas fotos sejam uma justificativa para compactuar com a transformação de um rio em esgoto!) O dono do referido restaurante estava à janela, junto com um empregado e um par de clientes. Olharam para mim, sorrindo com malícia apedeuta. Logo o dono se retirou do meu raio de visão, regressando de seguida. Trazia na mão um objecto pequeno (impossível de identificar, à distância que eu me encontrava) que provocou uma grande excitação nos seus comparsas. Não demorei a perceber porquê... O tipo atirou um petardo/rojão (não era uma bombinha de carnaval) bem no meio das aves a menos de 3 metros baixo dele! A explosão foi forte, arrancando até penas das aves fugindo apavoradas. Algumas tinham um vôo errático, entontecidas, denunciando problemas de equilíbrio devido à explosão. Até eu, que estava a uns 30 metros de distância, fiquei com dores de ouvido – imaginem as aves!
Atravessando o zunido que se apoderou momentaneamente do meu cérebro, apenas consegui escutar as gargalhadas dos filhos-da-puta. Um deles, o empregado, até veio fumar um cigarro para junto de mim e da minha namorada, para melhor curtir o efeito da sacanagem que acabara de ser cúmplice ativo. Os nossos insultos apenas deram mote a mais risadas de escárnio. Puxa, como deve ser divertido provocar maus tratos aos animais apenas para prejudicar os turistas... e isto que eles têm um negócio que vive essencialmente do turismo, assim como toda a cidade praieira (que nem rede de esgotos possui, pois tal não dá votos...).
Naquele momento deveríamos ter chamado a polícia, mas há muito que se apossou de nós a desilusão sobre a impunidade das autoridades que ferem este país.
No dia seguinte relatámos o ocorrido a um amigo grande entusiasta da ornitologia e que trabalha num órgão de fiscalização ambiental ligado à prefeitura. Ele ficou indignadíssimo e prometeu tomar providências.
Volvidos um par de dias, encontrámo-lo de novo. Ele nos contou que se dirigiu pessoalmente ao restaurante alvo das nossas acusações, e falou com o dono. Este último admitiu a cagada (sic), mostrando medo das conseqüências (financeiras). No final, tudo se resumiu a um “puxão de orelhas” informal, acompanhado de promessas de não reincidência dos prevaricadores. (Ficamos de olho nisso!) Viva os brandos costumes dos que cultivam a cortesia e acreditam que o ser humano é essencialmente bom...
Entretanto, diariamente no mercado supracitado podemos ver índios (alguns deles são mulatos que de “índios” apenas têm tatuagens alusivas, mas, a bem da verdade, “etnia” é um conceito mais cultural do que genético) vendendo palmito e orquídeas silvestres – o que é ilegal. São pobres e só cometem tais crimes ambientais porque abundam compradores entre a classe média maioritariamente hostil aos índios e a qualquer estilo de vida alternativo à depredação capitalista.
Até já cheguei a escutar uma piruona (falsa loira, como sempre acontece no Brasil – cuja população de “loiras”, tanto em números totais como per capita, deve ser superior à da Suécia) pedir a um dos índios para lhe arranjar – subtraído à mata - um pássaro bem colorido destinado à gaiola, enquanto comprava umas mudas de orquídeas silvestres. (O índio anuiu, pedindo o n.o de telemóvel/celular da cliente, asseverando contactá-la logo que capturasse a ave desejada. Ele até perguntou se podia ser um sabiá, mas a “madame” declinou a oferta, enfatizando que tinha que ser um bem colorido...) Cadê o IBAMA e a FUNAI?!
Por toda a cidade, sobretudo nos bairros periféricos, os caiçaras exibem para os transeuntes as suas aves engaioladas. A maioria delas é “protegida por lei”. Algumas, poucas, até estão anilhadas com a chancela do IBAMA que torna os criminosos em “fiéis depositários”, espalhando o mau exemplo. A polícia ambiental abstem-se de fazer a sua obrigação. Pior, uma fonte fidedigna até nos avisou que tais agentes de autoridade não raras vezes acabam por revelar aos prevaricadores (parentada e amigos) a identidade dos denunciadores.
Em qualquer loja que venda rações para animais, podemos encontrar várias marcas cujas embalagens anunciam (textualmente e pictograficamente) misturas especiais para espécies de aves que supostamente é proibido ter em cativeiro. Procurando nessas prateleiras, não raras vezes estão à disposição dos clientes artefatos de captura ilegal de aves e até tesouras especiais para cortar as penas de vôo desses animais desgraçados.
Volvida uma semana, eis-me de volta. Desta feita avancei até ao local onde o rio se abre para o mar. O meu principal intuito era fotografar biguás/corvos-marinhos capturando enguias. Mal me tinha posicionado onde a luz e a distância permitiam tirar o melhor proveito do meu modesto equipamento, um catador de papel, empurrando o seu carrinho, surgiu na ponte sob a qual eu estava. Ele parou e começou a atirar para a água resmas (certamente Kg) de papel! (porque raios se dera, então, ao trabalho de o recolher, se era para lhe dar esse ignominioso fim?!) Eu reclamei alto. A voz da minha companheira (que estava mais próxima da ponte) sobrepôs-se à minha, mas foi uníssono o nosso grito: <>
Uns velhos pescadores, que sempre perambulam por ali, mandaram-nos calar a boca argumentando que <> (sic)... Pois, então as enormes manchas de diesel e de óleo queimado que eu amiúde vejo saír de onde têm os barcos atracados serão o tempero dos peixes?!...
Um desses pescadores, na primeira vez que me viu rondando o porto empunhando a minha câmara fotográfica, disse-me que os biguás são os responsáveis pela escassez de pesca. Tamanho absurdo nada traz de novo. Por todo o planeta, onde há pescadores (humanos), excesso de pesca e poluição, os homens do mar e os ribeirinhos colocam a culpa nos animais que eles consideram competidores. Pois, as toneladas de peixe que os tipos matam inutilmente e jogam no mar – muitos dos quais servem de alimento aos biguás – tampouco contam...
Uns velhos pescadores, que sempre perambulam por ali, mandaram-nos calar a boca argumentando que <
Um desses pescadores, na primeira vez que me viu rondando o porto empunhando a minha câmara fotográfica, disse-me que os biguás são os responsáveis pela escassez de pesca. Tamanho absurdo nada traz de novo. Por todo o planeta, onde há pescadores (humanos), excesso de pesca e poluição, os homens do mar e os ribeirinhos colocam a culpa nos animais que eles consideram competidores. Pois, as toneladas de peixe que os tipos matam inutilmente e jogam no mar – muitos dos quais servem de alimento aos biguás – tampouco contam...
A falta de higiene e de consciência ambiental, assim como a superstição e os preconceitos têm como principais raízes o desrespeito e o analfabetismo científico.
Mas em nada se pode censurar os caiçaras porque <>; <> ;<> (especialmente porque adoram queimar o lixo diariamente?!....);<>;<>; <<>>; blá, blá, blá,... Pseudoargumetos deste calibre fartei-me de escutar dos orgulhosos e xenófobos pantaneiros. Pensando bem, escutei essas merdas em todas as (muitas) biorregiões que vivi mundo afora. Nos anos aurorais do meu engajamento ecologista fui muito mais sensível a tais reivindicações xenófobas, de um ostracismo deletério e hipócrita que ainda é apelativo tanto para líderes dessas comunidades à caça de subsídios (sem terem que dar à sociedade contribuinte contas de como gastam esse dinheiro) , como para alguns eco-românticos urbanos e filhinhos-de-papai. Os “puro-sangue telúricos” também tratam como estrangeiros os outros autóctones, seus conterrâneos, que têm opiniões diferentes.
Como se não bastasse uns quantos caçadores furtivos e palmiteiros daqui controlarem algumas das melhores trilhas para a observação de aves e a fruição de magníficas cachoeiras. Esses bandidos ameaçam – e cumprem! – disparar contra os que ousem adentrar nos “seus domínios” quando eles estão a depredar a mata, o que acontece com demasiada freqüência. Assim impedem que uma porção bem maior da população caiçara possa usufruir dos ganhos pecuniários e ambientais que o ecoturismo pode proporcionar.
Eu sigo aprendendo a sobreviver na terra dos papagaios, mas é difícil...
PB
Como se não bastasse uns quantos caçadores furtivos e palmiteiros daqui controlarem algumas das melhores trilhas para a observação de aves e a fruição de magníficas cachoeiras. Esses bandidos ameaçam – e cumprem! – disparar contra os que ousem adentrar nos “seus domínios” quando eles estão a depredar a mata, o que acontece com demasiada freqüência. Assim impedem que uma porção bem maior da população caiçara possa usufruir dos ganhos pecuniários e ambientais que o ecoturismo pode proporcionar.
Eu sigo aprendendo a sobreviver na terra dos papagaios, mas é difícil...
PB
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Mercado de Ações e A Vida. O que aprendi.
Primeiramente,
o quanto antes se aprende, melhor e antes tarde do que nunca.
Quando ainda
estudante no ciclo fundamental, percebi, juntamente com outros colegas que não
nos era ensinado como ganhar dinheiro. Depois de dezenas de anos, aprendi
algumas coisas.
1- Dinheiro é importante. É a mais
sensacional invenção do ser humano e a única que não é compartilhada com outros
animais. Nem mesmo os animais mais inteligentes como o golfinho, o orangotango,
o elefante, entre outros, sabe usar dinheiro. É invenção mais importante do que
a lâmpada e ao contrário do que querem alguns, funciona melhor quando não
atrelado a padrões fixos tais como o ouro. Ninguém come ouro e a demanda por
este metal é devida principalmente à loucura humana que vê nele depósito de
valor. Tal qual fez Nixon, o melhor dinheiro é aquele que reflete a saúde e o
valor de uma nação.
2- Para se ganhar dinheiro é importante
que se comece com um emprego, ainda que sejamos filhos de milionários. Ter um
emprego e alcançar sucesso como empregado é vital para se aprender e se
desenvolver conhecimentos e habilidades.
3- Ter seu próprio negócio é o segundo
passo quando você viva em um país que valoriza a livre iniciativa. Aqui no
Brasil é muito complicado abrir uma empresa, pior para fechá-la e o pequeno
empresário sofre, como acontece em qualquer lugar do mundo. O paraíso não é
para os pequenos, os fracos e muito menos para os tolos. Se você mora em um
país socialista, esqueça. Dinamarca, Suécia Noruega, Inglaterra e cada vez mais
nos EUA a maré desfavorece a criação de pequenas empresas. No entanto, se você
tiver uma ideia genial, é o segundo passo.
4- Comprar ações compete com o item
abrir seu próprio negócio. Este item é para quem já tem um pequeno capital que
possa investir e tenha nervos de aço. É preciso inteligência, visão de
conjunto, paciência, persistência e humildade.
5- Quando comprar ações: Quando se tem
dinheiro disponível.
6- Que ações comprar: as de empresas que
sejam admiráveis a seu ver. Por mais promissoras que sejam as ações de uma empresa que você
não admira, fique longe delas. Ações necessitam que você esteja constantemente
vigiando seu comportamento na Bolsa e você somente o fará se forem as ações
daquelas empresas que você admira. É preciso se sentir prazer em se possuir
ações desta ou daquela empresa. Ter ações de empresas que não se admira é
doloroso e é um investimento destinado ao fracasso. É preciso que a empresa dê
uma contribuição social. Uma empresa mau caráter tem um futuro ruim pela
frente. Exemplo: recentemente uma empresa de telefonia do Brasil fez com que
toda chamada só se completasse na segunda tentativa do usuário e isso lhe deu
um ganho de mais de R$4 milhões em um único dia e uma reputação que lhe custará
muito mais a reparar. Com esse valor não dá para fazer nada em publicidade e
propaganda!
7- Comprar ações de uma lista de no máximo
10 empresas diferentes. Você não
consegue acompanhar todos os dias mais do que isso. Você tem outras coisas a
fazer na vida, sempre.
8- Você precisa se decidir se é um comerciante
de ações ou um investidor. Isso definirá sua política pessoal. Se comerciante, você
irá comprar e vender todos os dias e viverá disso. Se investidor, terá outro
trabalho e irá comprando sempre que tiver dinheiro disponível e vendendo sempre
que tiver alcançado um ganho considerável.
Note que ganhar 20% em um ano é um ganho considerável. Ficar com
dinheiro preso devido à compra em momento inadequado é preço que se paga para
se aprender a dominar os nervos. Deixe o dinheiro parado lá até recuperar, a
menos que surja uma oportunidade fantástica, o que é raro para quem está na
pior. Você só perde dinheiro na Bolsa se vender em baixa. Espere sempre para
vender na alta.
9- Imposto de Renda. Você é plenamente
recompensado pelo risco que corre. Ao contrário, se funcionário, você paga impostos
altíssimos sobre o que ganha e se empresário, pior ainda. Isto vale para o
Brasil, países socialistas, para a União Européia, cada vez mais, para os EUA.
Paraguay e Chile são promessas a considerar.
Se você fala espanhol, é uma pedida conhecer esses ambientes. No
Paraguay ainda não se paga imposto de renda, pelo que andei lendo.
10- Decidido que é o momento de comprar, observe o que dizem os
sites dos bancos e corretoras, os gráficos. Veja o mínimo, o máximo que o preço já chegou. Veja os pontos de
apoio e os níveis de resistência a aumentos de preço. Utilize as bandas
Bollinger e os estudos MACD para auxiliar a decidir quando e o quanto comprar.
11- Dinheiro não traz felicidade. Compra
conforto físico.
12- Trabalhar, estudar, pagar as contas
são fundamentais.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Ação Direta
estou muito feliz ao ver que finalmente alguém aproveita a oportunidade visualizada pelo "Projeto Plante Uma Árvore" e
aceitou o sítio situado em Ilha de Guaratiba em Comodato por 3 anos para
desenvolver projetos destinados ao bem estar e desenvolvimento social e
ambiental.
Meus votos de sucesso e felicidade a todos.
Na quarta feira próxima estarei no sítio.
Lino
Lino Guedes Pires M.D.
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Campanha para o plantio de Palmeias Juçara
A palmeira juçara está quase extinta e é nativa do Brasil, da Mata Atlântica, ocorrendo da Bahia ao Rio Grande do Sul. É base alimentar do sistema ecológico que beneficia araras, papagaios, maritacas e animais mamíferos tais como a paca e a cotia.
A idéia é você plantar ao menos uma muda de juçara em sua casa, no jardim do seu condomínio, no seu clube, na praça mais próxima.
Plantando 100.000 juçaras em cada uma das grandes cidades que vão de Salvador, na Bahia, ao Rio Grande do Sul, teremos a volta de papagaios e araras a nossas cidades, geraremos empregos, tiraremos crianças e mendigos das ruas, diminuiremos a criminalidade. Interessa?
Plante sua juçara, divulgue esta mensagem. Encomende sua muda no produtor rural mais próximo, se você vende mudas de plantas e flôres, tenha mudas de juçara para vender para seu público. Se você tem um sítio, uma fazenda, plante juçara na área de reserva e plante palmito real aonde vc tem pasto. Conheça as vantagens de cultivar palmito. Clique aqui.
A idéia é você plantar ao menos uma muda de juçara em sua casa, no jardim do seu condomínio, no seu clube, na praça mais próxima.
Plantando 100.000 juçaras em cada uma das grandes cidades que vão de Salvador, na Bahia, ao Rio Grande do Sul, teremos a volta de papagaios e araras a nossas cidades, geraremos empregos, tiraremos crianças e mendigos das ruas, diminuiremos a criminalidade. Interessa?
Plante sua juçara, divulgue esta mensagem. Encomende sua muda no produtor rural mais próximo, se você vende mudas de plantas e flôres, tenha mudas de juçara para vender para seu público. Se você tem um sítio, uma fazenda, plante juçara na área de reserva e plante palmito real aonde vc tem pasto. Conheça as vantagens de cultivar palmito. Clique aqui.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
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