Projeto Plante Uma Árvore
Sempre podemos mais do que nos foi dito podermos - Estamos sem anúncios. Já foi solicitada ajuda ao Google e nada...Qual será a razão? Já fiz e refiz as instruções e nada...Pedi ajuda, nada...Qual é a do Google????
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Campanha para o plantio de Palmeias Juçara
A idéia é você plantar ao menos uma muda de juçara em sua casa, no jardim do seu condomínio, no seu clube, na praça mais próxima.
Plantando 100.000 juçaras em cada uma das grandes cidades que vão de Salvador, na Bahia, ao Rio Grande do Sul, teremos a volta de papagaios e araras a nossas cidades, geraremos empregos, tiraremos crianças e mendigos das ruas, diminuiremos a criminalidade. Interessa?
Plante sua juçara, divulgue esta mensagem. Encomende sua muda no produtor rural mais próximo, se você vende mudas de plantas e flôres, tenha mudas de juçara para vender para seu público. Se você tem um sítio, uma fazenda, plante juçara na área de reserva e plante palmito real aonde vc tem pasto. Conheça as vantagens de cultivar palmito. Clique aqui.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
O agradecimento dos animais pelo Natal – parte 2

por Marcio de Almeida Bueno
Agradeço aos Três Reis Magos que perpetuaram a tradição de presentear nesta época do ano. Só assim eu pude sair daquela gaiolinha solitária, em frente a um vidro onde tanta gente passava e me apontava. Havia outros irmãozinhos, pequenos como eu, mas todos sozinhos em suas gaiolas. Me restava comer, dormir e fazer sujeirinhas ali mesmo, que depois o moço limpava. Agora, alguém me pegou no colo, me encheu de perfume e colocou um laço de fita vermelho no meu pescoço. Na casa nova onde cheguei, minha presença foi motivo de festa, e virei o centro das atenções, com sorrisos, brincadeiras, cafunés. Espero que seja assim para sempre. Espero que algum dia eu possa conhecer a minha mãe, e receber atenção também dela, porque eu nem lembro de se passamos algum tempo juntos. Espero que ela esteja bem.
Obrigado Jesus por ter me destinado a uma família de humanos, que me tratou bem. Cuidei da casa em troca da renovação da água do meu pote, e o direito de comer até o final todas as sobras de comida que alguém me jogava, uma vez por dia, religiosamente. Agora estou um pouco velho, meio doído, mais pateta do que sempre fui considerado ser. Ouvi reclamações nos últimos tempos. Esses dias fui levado a um passeio, no carro da família. Fomos para longe, vi lugares que nunca imaginei ver. Abriram a porta para eu tomar um ar fresco, numa estrada bem movimentada. Foram embora antes que eu pudesse perceber, tentei correr atrás mas a idade já não me permite. Estou aqui há alguns dias esperando, porque acredito que vão voltar para me buscar. Passam tantos carros, tantas famílias iguais à minha, alguns olham, mas ninguém pára. A sede é muita aqui neste acostamento, antes eu latia para os carros que eu acreditava serem da minha família, mas faltam forças. Sigo esperando aquelas pessoas conhecidas voltarem para me buscar e eu poder ir para casa. Eu tenho fé.
Obrigado bom Deus pela floresta e toda a natureza que foi o meu lar desde que nasci. Correr livre não tem preço. Mas, nos últimos tempos, ouço muito barulho, vejo humanos e máquinas fazendo limpeza na floresta. Parece que é tudo em nome do progresso, porque quem mora lá longe precisa das coisas que existem aqui na minha casa. Mas acho que as máquinas estão exagerando, pois muita floresta já não existe. Lugares onde eu dormi, comi, esperei a chuva pasar, agora é só chão, sem árvores para subir ou fazer sombra em dias de calor. Estamos todos indo para o outro lado, pois está perigoso ficar aqui. Nesses lugares onde não existe mais floresta, reparei que há animais diferentes, todos iguais e com chifres, comendo o que há no chão o dia todo. Talvez a gente estivesse ocupando muito espaço, e esses irmãos novos precisassem de lugar para ficar. Eu cedo o meu espaço, mesmo triste pela mudança, porque sei que os humanos estudam muito, e sempre sabem o que é certo, o que nós não entederemos jamais.
Obrigado Nossa Senhora, que um dia usou seu manto para envolver seu filho que nascia, e também quando ele morreu. Eu nem conheço meus filhos, mas dei minha própria pele para envolver e aquecer as costas e os pés de tantos humanos de quem não sei o nome. Vivi um bom tempo só comendo, até o dia que um caminhão veio nos buscar, depois tudo foi confuso e assustador, mas atribuo isso à minha incapacidade intelectual. Vi que outras iguais a mim eram penduradas e a pele era gentilmente retirada, já que os humanos não têm proteção e precisam da minha pele, que é grossa e resistente. Acho que pude recompensar quem me deu comida e espaço durante tanto tempo, ofertando um couro que eu já não mais vestiria, pois a morte já me levara a pastar nos campos longínquos onde habita o Nosso Senhor.
Muito obrigado Jesus pelo meu nascimento. Só acho que a minha mãe não gostou de mim, pois logo eu fui retirado de perto dela. Essa é uma dor que não esqueço. Devo tê-la feito chorar, como um dia você fez sua mãe Maria chorar. Eu ainda ouvi seu choro ao longe, e tenho certeza de que ela está na mesma fazenda que eu, mas não nos deixam nos ver. Agora eu fico parado em um lugar desconfortável, onde mal posso me mexer, e não posso nem deitar para dormir. Meu arrependimento é grande. Gostaria que intercedesse e pedisse que a minha mãe me perdoasse do que quer que eu tenha feito. Acho que já me desculpei, e quando este castigo terminar eu poderia tornar a vê-la, pois sei que mãe e filho devem estar sempre juntos, enquanto este for pequeno. Não sei falar a língua dos humanos, então quando eles se aproximam, eu só tenho o meu olhar. Eles dão risadas – o final do ano é sempre uma época de felicidade para todos – e dizem que minha carne vai estar bem macia. Eu não sei o que isso quer dizer, e prefiro não pensar nisso agora. Prefiro fazer força e lembrar dos poucos instantes que vivi ao lado da minha mãe – ela parecia tão grande e forte – em um lugar que, mesmo cercado, dava para esticar as pernas. Aqui eu não posso me virar, tudo é desconforto. Espero, sinceramente, que a ‘carne macia’ que os humanos falaram signifique a minha liberdade. Se eu pudesse escolher, ficaria comportado em uma manjedoura, sem o castigo de ficar fechado e imobilizado. Peça, Jesus, para a minha mãe me perdoar logo.
Deixo aqui minha gratidão a todos os anjos, pois nada mais honrado a um ser do que que poder abrir mão da própria vida em função da felicidade de outros. Quando nasci eu era tão pequeno, com meus irmãozinhos, e minha mãe era tão grande e gorda, que eu mal via seu rosto. Ali a maioria era grande, mas rapidamente eu tive que ir embora, e não lembro se houve um olhar de despedida da minha gorda mãe. Para onde eu fui, todos estavam de branco. Eu acho que eram anjos, pois colocavam muitos irmãos meus, que pareciam desesperados, para descansar. Ouvi dizer que a câmara fria estava nos esperando, mas eu não queria passar frio. Queria o calor da minha mãe. Queria o cheiro dos meus irmãozinhos de volta – onde estava, só havia cheiro de sangue, pois alguém devia ter se machucado muito. Poderiam ser médicos todos esses que estavam de branco. Enfim, obrigado a todos eles, pois nesta noite tão especial me deixarem descansar por sobre uma mesa bonita. Há velas, risadas e abraços. Eu acredito, do fundo do meu pequeno coração que já não está mais batendo, que eles eram anjos que vieram me buscar.
Fonte: ANDA
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
LUIZ STEFANO SCHIRRMANN: ARROZ PRETO (IAC 600)
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
..:: Blog Caiçara ::.. Turismo Consciente Baixada Santista: Bioconstrução - Arquitetura Sustentável: Casa na Á...
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Sobre ter um animal de estimação – parte 2


por Marcio de Almeida Bueno
Basicamente, me parece que pensar e lembrar aos demais que os animais não nasceram em pátios ou apartamentos é algo que ofende muita gente. Que o cachorro na coleira, gato no porão, passarinho na gaiola, peixe no aquário, tartaruga no cercadinho e outros são tão animais quanto a oncinha pintada, zebrinha listrada, coelhinho peludo. Nesse especismo do piso ao teto, a humanidade escolheu até mesmo seus ursinhos-de-dormir favoritos. E, como um Dr. Moreau, os moldou conforme sua imaginação – taí o cachorro com seus formatos e tamanhos diferentes, que não me deixa mentir. Modelos para todos os gostos.
E a ideia de dar liberdade a um animal não humano, desses escolhidos como bibelô-que-late-de-verdade, obviamente não é abrir a porta e deixar que encare uma vida de mendigo humano. Isso é feito pelos que abandonam – gente que teria ataques de coceira caso não tivesse um animal de estimação, e quando o sentimento-fogo-de-palha passou, largou o cachorro numa estrada, deixou o gato do outro lado da cidade. De maneira alguma os que querem e discutem a libertação animal pretendem uma vida nas asperezadas das ruas dos centros urbanos. Ali não é ambiente natural, não há água, comida, moradia – exceto com muita sorte ou malandragem, e não é esse o caso.
E falo urbano não como contraponto ao rural – idealizado por muitos hippies, pois bem sabemos como os animais são úteis ‘ou não’ em propriedades de produção rural.
A liberdade está nos biomas, campos, florestas, pradarias, montanhas, encostas, pântanos, serras – lugares que hoje pertencem a alguém, com escritura e tudo mais, especialmente a pose de proprietário. Capitanias hereditárias, excluindo tudo o que não lhe serve.
Pois estamos resolvendo o que as gerações anteriores fizeram de errado, e a presença dos animais de estimação hoje é um legado que se resolve na base do decreto, pela população descontrolada e que ‘pode transmitir doenças’, ‘pode atacar as pessoas’. Hoje precisamos adotar e tutelar pois há uma abundância de ninhadas, animais que sofrem atrocidades e a coisa vira notícia, e seu salvador muitas vezes se orgulha em contar detalhes horripilantes aos desavisados, como que para reforçar o feito heroico. Não desmereço, mas essas deveriam ser as primeiras pessoas a se permitirem pensar, questionar, a respeito da cultura dos animais de companhia. E, corajosamente, começar a quebrar esse moto-perpétuo que joga mais animais despreparados e fora de seu habitat, alvos do chute de um e carinho do outro.
E nem cito os criadores.
E nem cito os colecionadores.
Lá fora, nas ruas, o ambiente é inóspito para animais, crianças, idosos, distraídos, turistas, desavisados, portadores de deficiência, etc. A questão é que alguns certos animais foram trazidos para dentro dos apartamentos e pátios, e agora as ruas são tão espinhosas que o trancafiado vira solução para uma liberdade, digamos, arriscada. E então a humanidade inventa a coleira e o passeio-ao-redor-da-quadra, e é visível a expressão de impaciência em parte dos rostos dos ‘donos’, que arrastam o animal no meio de cada cheirada ou atenção dada a algum canteiro. Como mãe irritada puxando criança pela mão – eu me pergunto por que ter o cachorrinho, digo, o filho, se depois é indisfarçável a falta de paciência ao cumprir o passeio por obrigação.
Fomentar o animal-eletrodoméstico é permitir que os abusos aconteçam, pois mesmo que todos aqui sejam exemplo de fornecimento de comida, cama e calor a seus animais, o costume de ter esse animal faz com que o vizinho – é esse que maltrata, nunca nós mesmos – tenha um animal-alvo para surrar, deixar passar fome, abandonar ou praticar os atos sórdidos que tanto circulam por email, em fotos chocantes.
Se eu não bebo, e me incomodo com os que ingerem bebidas alcoólicas e provocam tragédias no trânsito, a terceiros, não me permitiria pensar em rever essa relação obrigatória das pessoas com o álcool. Quem tem um familiar com problemas de alcoolismo já se pegou amaldiçoando o primeiro Adão que montou um alambique?
Para muitos, discutir a posse é dividir a humanidade entre os que maltratam e os que tratam bem. Mas o ponto é separar os pets em escravos de barriga cheia ou barriga vazia. A violência pode ser barulhenta, que choca e ultimamente tem virado notícia, e rendido muito troca-troca de emails, ou pode ser silenciosa, e ainda com o manto de proteção, amor ou outra palavra bonita. A natureza, mesmo a mais idealizada ou que só existiu há muito tempo, está cheia de perigos, e nem por isso vamos botar cada zebra para dentro de nossas casas, para que o leão, esse malvado, não a coma. É a maneira humana de fazer as coisas tortas. Ou a mãe que reza cada vez que o filho sai de casa, mesmo que ele já tenha 40 anos.
Em resumo, não é muita coincidência tanta gente ter cachorro? Ou porque foi atrás, a fim de comprar ou adotar, ou como um ‘apanhador no campo de centeio’ precisou resolver os abandonos e violências cometidos por terceiros. Cabe, então, questionar essa necessidade de se ter o animal, pois o mundo não é feito só de bonzinhos idealistas, iguais a si.
Ter um animal não significa que a pessoa goste de animais. Pode parecer um paradoxo, mas tenho certeza de que todos hão de lembrar de algum caso. Nós que gostamos, e acordamos diariamente para viver uma vida em que não seja preciso comer um animal morto, nem vestir a pele de outro nos pés, nem beber a amamentação que outro havia destinado a seu filhote etc. Nós que salvamos um não humano da canalhice humana, que gastamos tempo e dinheiro com isso, nós que fomos ‘fazer baderna’ contra alguma forma de exploração animal. Nós é que precisamos pensar e discutir se essa proximidade com alguns certos não humanos está apenas lhes deixando à mercê, ou a um ‘fugir do pátio’ ou ‘escapar da coleira’, dos riscos que a aglomeração humana sedimentou em torno de si.
Fonte: ANDA
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Kaká Werá: AS QUATRO ECOLOGIAS
sábado, 22 de outubro de 2011
Yoga Pela Paz: Período de Consciência: Alternativas Sustentáveis
domingo, 2 de outubro de 2011
O que fazer com os peixes? ou ‘Cusparadas & assuntos-tabu’
“Mantêm você dopado com religião, sexo e TV / E você se acha tão inteligente, incomum e livre” – John Lennon, em ‘Working Class Hero’
por Marcio de Almeida Bueno
Quando se diz ‘Semana da Pátria’, são dias para homenagear e bater palmas à Pátria, quando é ‘Semana Santa’, significa uma seqüência de dias sagrados para os católicos, etc. Ou seja, a favor do assunto em questão. Mas quando o Governo Federal promoveu em setembro último a Semana do Peixe, era o contrário. Incentivo ao consumo de ‘pescado’, naquela conversa de vida saudável – termo que abrange de tudo, até idéias opostas.
Mas o ponto é que o peixe – citado aqui para fins de clareza e economia de espaço, já que o material oficial da campanha do Ministério da Pesca incluía camarão, siri e outros ‘frutos do mar’ – ganhou o carimbo de comidinha leve, saudável e não-carne. Já é piada corrente a frase ‘não como carne, só peixe’, ou os auto-intitulados vegetarianos, por só comerem… aquele animal que vocês já sabem. Peixe não tem sangue, peixe tem sangue frio, peixe não sente dor, peixe tem consciência coletiva, peixe é burro, Jesus comia peixe – todas essas frases-clone são xerocadas de boca em boca, babadas, e entraram na gaveta do senso-comum. Quem não der essa resposta na hora da prova, valendo nota, ganha zero da sociedade.
Na obrigação de sempre compartimentar o universo, a humanidade divide os animais entre úteis e nocivos, comestíveis ou não, alvos de amor ou tiro. Essa contabilidade vem desde a Bíblia. Em Levítico, 11, há o trecho “…de todos os animais que há nas águas, comereis os seguintes: todo o que tem barbatanas e escamas, nas águas, nos mares e nos rios, esses comereis. Mas todo o que não tem barbatanas, nem escamas, nos mares e nos rios, todo o réptil das águas, e todo o ser vivente que há nas águas, estes serão para vós abominação. Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis, e abominareis o seu cadáver… Esta é a lei dos animais, e das aves, e de toda criatura vivente que se move nas águas, e de toda criatura que se arrasta sobre a terra, para fazer diferença entre o imundo e o limpo; e entre animais que se podem comer e os animais que não se podem comer”.
O estalo do chicote que chegou até aqui, a fazer doer a bunda dos defensores dos direitos animais, é que temos que lidar com pessoas, ditas esclarecidas, que não comem carne, só peixe. Que jejuam na Sexta-feira Santa, comendo só peixe. Jesus comia peixe. Que tornaram-se vegetarianas por consciência, então agora só comem peixe. Que estão preocupadas com questões de ecologia anal, então optaram por comer só peixe. Que já refletiram sobre a – própria – saúde à mesa, então só trituram ‘pescado’ em seus dentes não-carnívoros.
E mesmo entre os que estão na causa animal, poucos pensam na morte dos peixes, a sério. Não a morte como estatística, como violência gráfica, mas o instante da morte. O momento de empacotar para sempre. Pois teoricamente, e bota boa-vontade minha nisso, os demais animais para consumo têm um fiapo de consideração legal em relação ao instante da morte – esta situação que está além de nossa vontade, infelizmente. Aviso aos chato/as que só conseguem chegar ao orgasmo quando apontam para alguém e gritam ‘Joga pedra na Geni! Ela é bem-estarista! Ela é boa de cuspir!’, que permaneço a salvo de suas cusparadas amargas.
Quando a WSPA – cusp! cusp! – fala de abate humanitário de peixes, é claro que nenhum abolicionista permance quieto na cadeira. Óbvio, e não precisamos discutir isso, combinado? Combinado. O ponto que levanto é que a maioria das pessoas, essa gente aí fora, mandando mensagem via celular e subserviente por opção – dá risada. Sonoras risadas. Peixes? Ahahahahhaha. E ainda cutuca o cidadão ao lado, para rir também.
Ou seja, os peixes estão entre as ondas e os rochedos, para usar uma metáfora apropriadamente clichê. Nem se pode discutir sua morte – inevitável, já que o mundo não será vegano a partir da semana que vem, infelizmente – nem se pode discutir sua morte. Percebem o paradoxo? Não se pode discutir a morte de peixes, e também não se pode discutir a morte de peixes. Não, eu não escrevi errado, é isso mesmo. Sutil, mas o tabu é esse.
O cidadão médio repassa aos conhecidos aquele clássico email do festival da matança de baleias na Dinamarca, acho que o assunto é ‘Fw: Vergonha Mundial!!! Repassem! Joguem pedra na Geni!!!’. Poucos fazem o hiperlink com a sangueira que foi genesis de sua refeição. Incluindo o tal peixinho grelhado, recomendado pelos cardiologistas.
Sim, eu sei que baleia não é peixe, nem morcego é inseto, como pensa o Calvin.
Lembrei também de uma recente ‘pescaria de protesto pró-Xingu’ – novamente a ecologia mostrando a língua para os direitos animais. A caça de peixes como algo lúdico, puro, natural, Robinson Crusoé, etc. Quero dizer que o especismo vai se enraizando em todas as invaginações do sistema, ao ponto de fazer crer às multidões que peixe ‘não é carne’. E nem mesmo tudo que está na água é comida – não por nojo, mas por peninha. Como quebrar essa muralha que parece crescer junto com o aumento populacional? Como resolver essa equação de saber que os peixes seguirão sendo mortos por asfixia para o consumo humano, mas sem perder o tempo abolicionista resolvendo os nós bem-estaristas?
Não tenho resposta pronta, ainda – até porque no meio dessa guerra da humanidade contra os animais, preciso estar atento a eventuais cusparadas.
Fonte: ANDA
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Desemprego no Rio de Janeiro e política no município
Vamos desenvolver um grande projeto com o Conselho Gestor Parque Pedra Branca(PEPB) como gestor de uma grande articulação para gerar projetos de vanguarda em soluções ambientais com vies social no municipio do Rio de Janeiro e com integração com o Estado do Rio e Esfera Federal.
A cidade do Rio de Janeiro trazendo soluções para o planeta de sustentabilidade.
Incluir orgãos como a SMAC,SEDES (orgãos municipais) e estaduais (INEA), orgãos federais como MAPA,além de Clube Engenharia, AEARJ, UFRRJ, UERJ,OAB,diversas ONGs e OCIPs e muitos outros não mencionados acima.
Guaratiba terá reunião no Cepag, em Pedra de Guaratiba, em 29/08 de membro da Camara de Vereadores . (dados em email anexo)
Devemos trazer vereadores, deputados estaduais e federais e dezenas de orgãos destas esferas para levantar idéias e projetos para o maior parque urbano do mundo.(Pepb) incluindo esta solução para as encostas de Friburgo/Petrópolis e Teresópolis para citar área de urgentes soluções ambientais e sociais.
Iniciaremos a articulação com os vereadores na data de 29/08 no Cepag em Pedra de Guaratiba.
Como levar o tema a todos orgãos com possiveis articulações do conjunto de esferas??
Temos no Portal Sul PEPB (Ilha de Guaratiba) um projeto piloto de agrissilvicultura ( palmito palmeira real x bananais) há mais de 10 anos.
Os bananicultores do nosso municipio estão quase falidos pela concorrencia com SP, MG e ES.
Fazem fruticultura em área ingrime, que na realidade em boa parte dos cultivos é APP.
A agrissilvicultura bananal com palmito (real ou pupunha) gera aumento de renda de 10-15x e reverte a degradação ambiental do cultivo de banana .
O produtor sai da bananicultura em etapas.
A densidade de plantio da palmeira real é superior a densidade de reflorestamentos o que gera boa parte dos beneficios ambientais.
Problemas a serem vencidos:
As regras de regularizar corte dos palmitais do municipio e estado do Rio de Janeiro são somente para grandes produtores.
No Sul existe financiamento das safras com prazo de carencia do cultivo e existe apoio técnico de orgãos municipais e estaduais bem como federais (Ex: Pronaf).
A ONU considera a agrissilvicultura solução para as megacidades
A prefeitura do Rio eliminou as áreas agricolas na macroeconomia em 10/12/2010 se tornando um municipio totalmente urbano.
Nova Iguaçu fez isto no passado e voltou atrás.
A extrema pobreza é combatida mantendo a agricultura local e reflorestamento.
Como manter os bairros saudaveis com a atual situação gerada pelo Plano Diretor de 10/12/2010???
O palmital gera renda e evita a degradação das áreas de encosta.
O Conselho Gestor do PEPB tem uma grande missão de gerar soluções para um parque urbano (PEPB) e para trazer o Rio de Janeiro como Capital Mundial da Ecologia.
O projeto de agrissilvicultura traz varias soluções :
a) para a Ecologia e Sustentabilidade
b) CRIAÇÃO DE RENDA (pobreza absoluta)
c) Repositor de Água Subsolo (nascentes e riscos enchentes)
d) Projeto de Carbono
Necessitamos de apoios de orgãos municipais, estaduais, federais e entidades da sociedade civil organizada.
Ingo Haberle
Conselheiro PEPB (INEA)
Tel- 8124-5520
andre.ecologia@gmail.com
Em 22 de agosto de 2011 07:23, Centro de estudos Pesquisa e ações de guaratiba

