Este projeto de lei visa abordar um de nossos grandes problemas nacionais: minérios valiosos aos quais somente alguns tem acesso, as inúmeras denúcias de contrabando de nióbio, as barreiras que impedem que o investidor pessoa física tenha acesso a possibilidades de negócio.
Surge então esta ideia de um PL - Projeto de Lei que abre a todos a possibilidade de negociar na Bolsa de Valores de São Paulo nossos minerais tais como nióbio, grafeno, carvão mineral, petróleo, ouro, prata, platina, cobre, vanádio etc
Para que todos tenham acesso a esses negócios e que possamos libertar nossas riquesas das mãos de contrabandistas, solicito seu apoio a este projeto. Se concordar, apoie e divulgue. Obrigado! -> https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=120224
Publique aqui sua ação, seu desejo por um mundo melhor para todos os seres - Sempre podemos mais do que nos foi dito podermos -
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Commodities Minerais na Bolsa de Valores de São Paulo
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terça-feira, 20 de novembro de 2018
"Must to" para o presidente Bolsonaro - sugestões
Peço que este texto seja compartilhado amplamente para que chegue à apreciação de nosso presidente.
Excelentíssimo Sr. Presidente da República Jair Messias Bolsonaro,
muito feliz, como a imensa maioria dos brasileiros, com sua eleição, tomo a liberdade de publicamente trazer minhas considerações e sugestões para que seu governo seja um grande sucesso. Sua eleição é um sucesso primeiro na história da humanidade. Nunca antes um povo fez o que fez o povo brasileiro ao colocar na lata de lixo da história toda uma máquina de corrupção, destruição e roubo. Parabéns povo brasileiro!
O senhor é um exemplo de honestidade. Quantas e quantas oportunidades de se corromper lhe foram oferecidas e o senhor se manteve íntegro! Mas é preciso mais e abaixo adentro no assunto.
Desde nossa fundação como nação, temos sido objeto de roubalheira e corrupção. Mesmo não sendo monarquista, admito que o último governante que realmente se interessou pela educação de nosso povo foi Don Pedro II. Em termos de educação, o que primeiramente dou como sugestão é ajudar o povo brasileiro a respeitar seu semelhante, amar o próximo como a si mesmo. Como cristão que é, apoio seu mote "e Deus acima de tudo, de todos". Como bem sabe, há oligarquias corruptas nesta terra abençoada e a maneira que vejo para nos livrarmos delas é justamente investir na educação com ênfase no respeito e também a aprender a ganhar dinheiro honestamente. Nunca vi uma escola com essa preocupação de preparar o aluno para saber como agir de forma a que seu trabalho seja bem remunerado, a aprender a poupar e a investir. A fazer sua própria aposentadoria como fruto de seus esforços para estudar, trabalhar, poupar e investir. Há que se rever as bases da Previdência Social, claro.
Quando estudante de medicina, para ajudar a pagar minhas despesas, trabalhei como motorista de empresas de aluguel de automóveis para empresários brasileiros e extrangeiros, quando tive a oportunidade de perceber diferenças filosóficas entre eles. Empresários e executivos dos EUA me tratavam como uma pessoa muito importante por estar estudando medicina, enquanto que a maioria dos clientes brasileiros me tratavam com desdém. Com raríssimas excessões, percebi que o empresário brasileiro é mestre em fazer dos seus funcionários um time que luta unido contra a empresa! Podemos mudar isto e para isto tenho uma sugestão:
O governo brasileiro pagará aos funcionários devidamente registrados em empresas que estejam completamente em dia com seus impostos federais, estaduais e municipais, um percentual dos impostos que a empresa recolhe ao governo federal como forma de estímulo à produtividade, expansão de negócios e cooperação entre empregadores e funcionários. Todos os impostos de governos passados pagos, a empresa indo bem, crescendo, todos ganharão com isso: o Estado, o empresário e o trabalhador. Com as medidas de corte de impostos, simplificação da burocracia, agilidade na Justiça, todos nós ganharemos.
Quanto ao nióbio e ao grafeno, minha sugestão é de que sejam comercializados como commodities na Bolsa de Valores de São Paulo e somente através dela. Com isso, ficará mais fácil acabar com o o contrabando, a evasão de divisas e a sonegação fiscal, aumentando a participação popular na defesa e negócios da nação. Recomendo também que todo e qualquer mineral seja livremente comercializado pela Bolsa de São Paulo, particularmente o minério de ferro, a prata, a platina, o carvão mineral.
A melhor forma que vejo de preservar o meio ambiente é permitir que quem planta árvores nativas possa derrubá-las quando bem entender e fazer delas o uso comercial que quiser. Hoje, se plantamos árvores nativas, destruímos o valor comercial da terra. A lei que protege as árvores está tornando proibitivo plantá-las.
O negócio das proteínas de origem vegetal para a alimentação humana tem potencial astronômico, seja pelo baixo custo, seja pelos benefícios que traz à saúde humana e ao meio ambiente.
Vejo como necessária uma certa proteção ao trabalhador que perderá seu emprego em vista de grandes evoluções tecnológicas que estão por acontecer. Os pequenos sitiantes que tiveram suas terras transformadas em grandes fazendas automatizadas, mecanizadas, hoje moram em favelas. O que acontecerá ao emprego de milhões de motoristas de ônibus, táxi e caminhões com as novas tecnologias que abolirão estes empregos? Minha sugestão é que sempre que uma nova tecnologia destruir empregos, o empregador terá que criar novos empregos relacionados com a recuperação ambiental ou com a educação e cultura, sem que para isso seja criado nenhum novo ministério.
Os anarquistas do século XIX já diziam que, com minhas palavras, o Estado é o maior repositório de poder e dinheiro do mundo. Assim sendo, para o Estado se dirigem todos os imprestáveis que gostam de ganhar muito sem trabalhar, explorando a quem trabalha. No entanto, não é possível vivermos sem Estado e então é preciso tornar sua relação custo/benefício mais atraente, tornando-o cada vez mais barato. Esta é uma das razões pelas quais o senhor foi eleito. Todos nós estamos cansados de sermos enganados, explorados e escravizados por aqueles que tomaram o Estado para se locupletarem, desde as antigas oligarquias aos partidos estelionatários que prometeram aos pobres o dinheiro dos ricos.
Os ricos precisam ser protegidos. Se forem perseguidos, como aconteceu nas últimas décadas, levarão para outros países os recursos que aqui podem gerar empregos e divisas.
Sugiro ainda que o governo federal passe a comprar ações de empresas internacionais, tendo em vista grandes avanços tecnológicos que estão em andamento nos motores da aviação, motores elétricos e na Internet que agora está às portas do G5, como também a facilitar que brasileiros possam comprar ações no exterior.
É necessário que se reveja o limite que cada brasileiro pode transacionar por mes sem pagamento de IR, valor esse que está defasado há muitos anos e estacionado em 20.000 reais. Assunto para seu brilhante ministro Paulo Guedes.
Agronegócio e Meio Ambiente são ambos assuntos importantes e conflitantes por natureza. Recomendo que sejam ministérios diferentes e que discutam muito.
Quanto à Cultura, tome decisões somente após estudar o livro Saharasia, de James DeMeo, um estudo sobre as bases de nossa cultura que tem como alicerces a destruição ou lesões na capacidade de nos sensibilizarmos.
Com meus melhores votos de sucesso,
Lino Guedes Pires
P.S.: leitor, lembre-se de deixar sua opinião, críticas e impressões abaixo. Compartilhe para gerarmos discussão!
Excelentíssimo Sr. Presidente da República Jair Messias Bolsonaro,
muito feliz, como a imensa maioria dos brasileiros, com sua eleição, tomo a liberdade de publicamente trazer minhas considerações e sugestões para que seu governo seja um grande sucesso. Sua eleição é um sucesso primeiro na história da humanidade. Nunca antes um povo fez o que fez o povo brasileiro ao colocar na lata de lixo da história toda uma máquina de corrupção, destruição e roubo. Parabéns povo brasileiro!
O senhor é um exemplo de honestidade. Quantas e quantas oportunidades de se corromper lhe foram oferecidas e o senhor se manteve íntegro! Mas é preciso mais e abaixo adentro no assunto.
Desde nossa fundação como nação, temos sido objeto de roubalheira e corrupção. Mesmo não sendo monarquista, admito que o último governante que realmente se interessou pela educação de nosso povo foi Don Pedro II. Em termos de educação, o que primeiramente dou como sugestão é ajudar o povo brasileiro a respeitar seu semelhante, amar o próximo como a si mesmo. Como cristão que é, apoio seu mote "e Deus acima de tudo, de todos". Como bem sabe, há oligarquias corruptas nesta terra abençoada e a maneira que vejo para nos livrarmos delas é justamente investir na educação com ênfase no respeito e também a aprender a ganhar dinheiro honestamente. Nunca vi uma escola com essa preocupação de preparar o aluno para saber como agir de forma a que seu trabalho seja bem remunerado, a aprender a poupar e a investir. A fazer sua própria aposentadoria como fruto de seus esforços para estudar, trabalhar, poupar e investir. Há que se rever as bases da Previdência Social, claro.
Quando estudante de medicina, para ajudar a pagar minhas despesas, trabalhei como motorista de empresas de aluguel de automóveis para empresários brasileiros e extrangeiros, quando tive a oportunidade de perceber diferenças filosóficas entre eles. Empresários e executivos dos EUA me tratavam como uma pessoa muito importante por estar estudando medicina, enquanto que a maioria dos clientes brasileiros me tratavam com desdém. Com raríssimas excessões, percebi que o empresário brasileiro é mestre em fazer dos seus funcionários um time que luta unido contra a empresa! Podemos mudar isto e para isto tenho uma sugestão:
O governo brasileiro pagará aos funcionários devidamente registrados em empresas que estejam completamente em dia com seus impostos federais, estaduais e municipais, um percentual dos impostos que a empresa recolhe ao governo federal como forma de estímulo à produtividade, expansão de negócios e cooperação entre empregadores e funcionários. Todos os impostos de governos passados pagos, a empresa indo bem, crescendo, todos ganharão com isso: o Estado, o empresário e o trabalhador. Com as medidas de corte de impostos, simplificação da burocracia, agilidade na Justiça, todos nós ganharemos.
Quanto ao nióbio e ao grafeno, minha sugestão é de que sejam comercializados como commodities na Bolsa de Valores de São Paulo e somente através dela. Com isso, ficará mais fácil acabar com o o contrabando, a evasão de divisas e a sonegação fiscal, aumentando a participação popular na defesa e negócios da nação. Recomendo também que todo e qualquer mineral seja livremente comercializado pela Bolsa de São Paulo, particularmente o minério de ferro, a prata, a platina, o carvão mineral.
A melhor forma que vejo de preservar o meio ambiente é permitir que quem planta árvores nativas possa derrubá-las quando bem entender e fazer delas o uso comercial que quiser. Hoje, se plantamos árvores nativas, destruímos o valor comercial da terra. A lei que protege as árvores está tornando proibitivo plantá-las.
O negócio das proteínas de origem vegetal para a alimentação humana tem potencial astronômico, seja pelo baixo custo, seja pelos benefícios que traz à saúde humana e ao meio ambiente.
Vejo como necessária uma certa proteção ao trabalhador que perderá seu emprego em vista de grandes evoluções tecnológicas que estão por acontecer. Os pequenos sitiantes que tiveram suas terras transformadas em grandes fazendas automatizadas, mecanizadas, hoje moram em favelas. O que acontecerá ao emprego de milhões de motoristas de ônibus, táxi e caminhões com as novas tecnologias que abolirão estes empregos? Minha sugestão é que sempre que uma nova tecnologia destruir empregos, o empregador terá que criar novos empregos relacionados com a recuperação ambiental ou com a educação e cultura, sem que para isso seja criado nenhum novo ministério.
Os anarquistas do século XIX já diziam que, com minhas palavras, o Estado é o maior repositório de poder e dinheiro do mundo. Assim sendo, para o Estado se dirigem todos os imprestáveis que gostam de ganhar muito sem trabalhar, explorando a quem trabalha. No entanto, não é possível vivermos sem Estado e então é preciso tornar sua relação custo/benefício mais atraente, tornando-o cada vez mais barato. Esta é uma das razões pelas quais o senhor foi eleito. Todos nós estamos cansados de sermos enganados, explorados e escravizados por aqueles que tomaram o Estado para se locupletarem, desde as antigas oligarquias aos partidos estelionatários que prometeram aos pobres o dinheiro dos ricos.
Os ricos precisam ser protegidos. Se forem perseguidos, como aconteceu nas últimas décadas, levarão para outros países os recursos que aqui podem gerar empregos e divisas.
Sugiro ainda que o governo federal passe a comprar ações de empresas internacionais, tendo em vista grandes avanços tecnológicos que estão em andamento nos motores da aviação, motores elétricos e na Internet que agora está às portas do G5, como também a facilitar que brasileiros possam comprar ações no exterior.
É necessário que se reveja o limite que cada brasileiro pode transacionar por mes sem pagamento de IR, valor esse que está defasado há muitos anos e estacionado em 20.000 reais. Assunto para seu brilhante ministro Paulo Guedes.
Agronegócio e Meio Ambiente são ambos assuntos importantes e conflitantes por natureza. Recomendo que sejam ministérios diferentes e que discutam muito.
Quanto à Cultura, tome decisões somente após estudar o livro Saharasia, de James DeMeo, um estudo sobre as bases de nossa cultura que tem como alicerces a destruição ou lesões na capacidade de nos sensibilizarmos.
Com meus melhores votos de sucesso,
Lino Guedes Pires
P.S.: leitor, lembre-se de deixar sua opinião, críticas e impressões abaixo. Compartilhe para gerarmos discussão!
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sábado, 28 de novembro de 2009
Lino Guedes batendo papo I
Ingo: Lino, enviei este material e gostaria que o lesse. Que tal?
Prezada Sra . Fatima e Sra. Cristina,
O projeto de produção de palmito da palmeira real cria condições de :
a)Gerar sustentabilidade pois em vez de mandar vidro vazio para a Amazonia e trazer água amazonica e um pouco de palmito por 6000 KM, devemos lutar para evitar que quase 90% do que Rio e São Paulo consomem seja produzido tão longe.
b)Gerar fixação de CO2 ,pois folhas e troncos irão permanecer no solo, pois matamos a palmeira real ao extrair 0,8kg de palmito.
c)Gerar água no subsolo, pois iremos introduzir 10.000 individuos em área de bananal com 600 pés.
Muitas áreas do Rio estão ficando até sem água no subsolo.
d)Criar condições de no entorno de Parques e APAs ter a agrissilvicultura contribuindo para a melhora do meio ambiente.
e)Criação de emprego e renda para os bananicultores
f)Criação de renda para os produtores de mudas das palmeiras reais (excluidos e preferenciamente mulheres com muitos filhos e sem uma estrutura familiar.
Teremos que produzir milhões de mudas.
Verificarmos com o Sesc de abrir a compra do palmito produzido NO RIO DE JANEIRO
Ai abrimos frentes de empregos para pequenos agricultores hoje sem recursos e sem tecnologia

Lino Guedes: tenho essa palmeira no sítio - veja aqui na foto, onde desenvolvemos o Projeto Plante Uma Árvore e sei de seu potencial econômico e concordo com os beneficios expostos no seu texto. No entanto, pergunto: não seria ainda melhor se plantássemos o palmito jussara com essa finalidade, ou ainda outras espécies da Mata Atlântica, haja vista que a palmeira real é oriunda da Austrália e pode não ser tão útil a nosso sistema ecológico?
Pergunto ainda se há barreiras legais que impeçam o plantio comercial das palmeiras da Mata Atlântica?
Ingo: Estamos, sim, reintroduzindo a palmeira Jussara, mas por ser nativa da Mata Atlantica, não é permitido seu corte. É especie vital nos projetos, mas para ficar na área de reserva legal da propriedade e ao longo dos cursos dágua.
Justamente por serem exóticas, a pupunha e a palmeira real são permitidas para o cultivo e a extração. Hoje são dezenas de mil hectares produzindo palmeira real em Sta Catrina e Paraná, para consumo lá e já estão exportando.
No Rio não há incentivo, visto que nem Secretaria de Agricultura nosso municipio possui, de tanta importancia que dão a esta área .
Faça pesquisa no Google sobre :
Archanthophoenix cunninghamiana e A. alexandae
Vai ver o que fazem lá no Sul
O cultivo de palmeira real evita a devastação das reservas de nativas como a Jussara.
Lino Guedes: Concordo e passo a entender que a proteção legal acaba por prejudicar a espécie. Ou seja, se a lei previsse a exploração racional da jussara, esta teria sua conservação garantida, pois haveria interesse comercial em seu plantio, o que deixa de ocorrer devido a essa proteção que vejo contraproducente. Pena.
Ingo: São coisas reais. Se você prova que plantou, por que não pode colher de forma racional???
É uma grande verdade. Por isto se o fazendeiro conseguiu ter uma grande área em pasto, pouquíssimos pensam em deixar virar floresta.
Aí, se cortarem, pagam multa ao IBAMA, que esquece que ele plantou.
Lamentavelmente esta é uma grande verdade, o mundo precisa de água e florestas, mas as leis não são adaptadas para quem faz existir uma floresta.
Em vários estados já existe o ICM ecologico, que financia os fazendeiros que hoje são pagos por produzir água e ar puro.
No Rio ainda estamos parados no tempo.
Mas nós temos muitas áreas aqui para reflorestar e fazer nossa parte.
Até terça.
Lino Guedes: Até terça, quando poderemos ter outro diálogo que poderá ser compartilhado aqui no projetoplanteumarvore.blogspot.com
Prezada Sra . Fatima e Sra. Cristina,
O projeto de produção de palmito da palmeira real cria condições de :
a)Gerar sustentabilidade pois em vez de mandar vidro vazio para a Amazonia e trazer água amazonica e um pouco de palmito por 6000 KM, devemos lutar para evitar que quase 90% do que Rio e São Paulo consomem seja produzido tão longe.
b)Gerar fixação de CO2 ,pois folhas e troncos irão permanecer no solo, pois matamos a palmeira real ao extrair 0,8kg de palmito.
c)Gerar água no subsolo, pois iremos introduzir 10.000 individuos em área de bananal com 600 pés.
Muitas áreas do Rio estão ficando até sem água no subsolo.
d)Criar condições de no entorno de Parques e APAs ter a agrissilvicultura contribuindo para a melhora do meio ambiente.
e)Criação de emprego e renda para os bananicultores
f)Criação de renda para os produtores de mudas das palmeiras reais (excluidos e preferenciamente mulheres com muitos filhos e sem uma estrutura familiar.
Teremos que produzir milhões de mudas.
Verificarmos com o Sesc de abrir a compra do palmito produzido NO RIO DE JANEIRO
Ai abrimos frentes de empregos para pequenos agricultores hoje sem recursos e sem tecnologia

Lino Guedes: tenho essa palmeira no sítio - veja aqui na foto, onde desenvolvemos o Projeto Plante Uma Árvore e sei de seu potencial econômico e concordo com os beneficios expostos no seu texto. No entanto, pergunto: não seria ainda melhor se plantássemos o palmito jussara com essa finalidade, ou ainda outras espécies da Mata Atlântica, haja vista que a palmeira real é oriunda da Austrália e pode não ser tão útil a nosso sistema ecológico?
Pergunto ainda se há barreiras legais que impeçam o plantio comercial das palmeiras da Mata Atlântica?
Ingo: Estamos, sim, reintroduzindo a palmeira Jussara, mas por ser nativa da Mata Atlantica, não é permitido seu corte. É especie vital nos projetos, mas para ficar na área de reserva legal da propriedade e ao longo dos cursos dágua.
Justamente por serem exóticas, a pupunha e a palmeira real são permitidas para o cultivo e a extração. Hoje são dezenas de mil hectares produzindo palmeira real em Sta Catrina e Paraná, para consumo lá e já estão exportando.
No Rio não há incentivo, visto que nem Secretaria de Agricultura nosso municipio possui, de tanta importancia que dão a esta área .
Faça pesquisa no Google sobre :
Archanthophoenix cunninghamiana e A. alexandae
Vai ver o que fazem lá no Sul
O cultivo de palmeira real evita a devastação das reservas de nativas como a Jussara.
Lino Guedes: Concordo e passo a entender que a proteção legal acaba por prejudicar a espécie. Ou seja, se a lei previsse a exploração racional da jussara, esta teria sua conservação garantida, pois haveria interesse comercial em seu plantio, o que deixa de ocorrer devido a essa proteção que vejo contraproducente. Pena.
Ingo: São coisas reais. Se você prova que plantou, por que não pode colher de forma racional???
É uma grande verdade. Por isto se o fazendeiro conseguiu ter uma grande área em pasto, pouquíssimos pensam em deixar virar floresta.
Aí, se cortarem, pagam multa ao IBAMA, que esquece que ele plantou.
Lamentavelmente esta é uma grande verdade, o mundo precisa de água e florestas, mas as leis não são adaptadas para quem faz existir uma floresta.
Em vários estados já existe o ICM ecologico, que financia os fazendeiros que hoje são pagos por produzir água e ar puro.
No Rio ainda estamos parados no tempo.
Mas nós temos muitas áreas aqui para reflorestar e fazer nossa parte.
Até terça.
Lino Guedes: Até terça, quando poderemos ter outro diálogo que poderá ser compartilhado aqui no projetoplanteumarvore.blogspot.com
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