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sábado, 23 de fevereiro de 2019
Pela liberação do comércio na Bolsa de São Paulo.
Historicamente o ouro é mais caro do que a prata e quando o preço da prata se aproxima do ouro, pode-se vender a prata e comprar o ouro, esperando que à frente os preços se distanciem para então vender o ouro e comprar prata. Não podemos comprar petróleo cru, minério de ferro, carvão mineral. Nada disso. O preço do carvão mineral também nunca esteve tão baixo e pode ser uma grande oportunidade. Mas para comprar esses minérios, somente aprovando o PL 120224 - https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=120224
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Commodities Minerais na Bolsa de Valores de São Paulo
Este projeto de lei visa abordar um de nossos grandes problemas nacionais: minérios valiosos aos quais somente alguns tem acesso, as inúmeras denúcias de contrabando de nióbio, as barreiras que impedem que o investidor pessoa física tenha acesso a possibilidades de negócio.
Surge então esta ideia de um PL - Projeto de Lei que abre a todos a possibilidade de negociar na Bolsa de Valores de São Paulo nossos minerais tais como nióbio, grafeno, carvão mineral, petróleo, ouro, prata, platina, cobre, vanádio etc
Para que todos tenham acesso a esses negócios e que possamos libertar nossas riquesas das mãos de contrabandistas, solicito seu apoio a este projeto. Se concordar, apoie e divulgue. Obrigado! -> https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=120224
Surge então esta ideia de um PL - Projeto de Lei que abre a todos a possibilidade de negociar na Bolsa de Valores de São Paulo nossos minerais tais como nióbio, grafeno, carvão mineral, petróleo, ouro, prata, platina, cobre, vanádio etc
Para que todos tenham acesso a esses negócios e que possamos libertar nossas riquesas das mãos de contrabandistas, solicito seu apoio a este projeto. Se concordar, apoie e divulgue. Obrigado! -> https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=120224
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terça-feira, 20 de novembro de 2018
"Must to" para o presidente Bolsonaro - sugestões
Peço que este texto seja compartilhado amplamente para que chegue à apreciação de nosso presidente.
Excelentíssimo Sr. Presidente da República Jair Messias Bolsonaro,
muito feliz, como a imensa maioria dos brasileiros, com sua eleição, tomo a liberdade de publicamente trazer minhas considerações e sugestões para que seu governo seja um grande sucesso. Sua eleição é um sucesso primeiro na história da humanidade. Nunca antes um povo fez o que fez o povo brasileiro ao colocar na lata de lixo da história toda uma máquina de corrupção, destruição e roubo. Parabéns povo brasileiro!
O senhor é um exemplo de honestidade. Quantas e quantas oportunidades de se corromper lhe foram oferecidas e o senhor se manteve íntegro! Mas é preciso mais e abaixo adentro no assunto.
Desde nossa fundação como nação, temos sido objeto de roubalheira e corrupção. Mesmo não sendo monarquista, admito que o último governante que realmente se interessou pela educação de nosso povo foi Don Pedro II. Em termos de educação, o que primeiramente dou como sugestão é ajudar o povo brasileiro a respeitar seu semelhante, amar o próximo como a si mesmo. Como cristão que é, apoio seu mote "e Deus acima de tudo, de todos". Como bem sabe, há oligarquias corruptas nesta terra abençoada e a maneira que vejo para nos livrarmos delas é justamente investir na educação com ênfase no respeito e também a aprender a ganhar dinheiro honestamente. Nunca vi uma escola com essa preocupação de preparar o aluno para saber como agir de forma a que seu trabalho seja bem remunerado, a aprender a poupar e a investir. A fazer sua própria aposentadoria como fruto de seus esforços para estudar, trabalhar, poupar e investir. Há que se rever as bases da Previdência Social, claro.
Quando estudante de medicina, para ajudar a pagar minhas despesas, trabalhei como motorista de empresas de aluguel de automóveis para empresários brasileiros e extrangeiros, quando tive a oportunidade de perceber diferenças filosóficas entre eles. Empresários e executivos dos EUA me tratavam como uma pessoa muito importante por estar estudando medicina, enquanto que a maioria dos clientes brasileiros me tratavam com desdém. Com raríssimas excessões, percebi que o empresário brasileiro é mestre em fazer dos seus funcionários um time que luta unido contra a empresa! Podemos mudar isto e para isto tenho uma sugestão:
O governo brasileiro pagará aos funcionários devidamente registrados em empresas que estejam completamente em dia com seus impostos federais, estaduais e municipais, um percentual dos impostos que a empresa recolhe ao governo federal como forma de estímulo à produtividade, expansão de negócios e cooperação entre empregadores e funcionários. Todos os impostos de governos passados pagos, a empresa indo bem, crescendo, todos ganharão com isso: o Estado, o empresário e o trabalhador. Com as medidas de corte de impostos, simplificação da burocracia, agilidade na Justiça, todos nós ganharemos.
Quanto ao nióbio e ao grafeno, minha sugestão é de que sejam comercializados como commodities na Bolsa de Valores de São Paulo e somente através dela. Com isso, ficará mais fácil acabar com o o contrabando, a evasão de divisas e a sonegação fiscal, aumentando a participação popular na defesa e negócios da nação. Recomendo também que todo e qualquer mineral seja livremente comercializado pela Bolsa de São Paulo, particularmente o minério de ferro, a prata, a platina, o carvão mineral.
A melhor forma que vejo de preservar o meio ambiente é permitir que quem planta árvores nativas possa derrubá-las quando bem entender e fazer delas o uso comercial que quiser. Hoje, se plantamos árvores nativas, destruímos o valor comercial da terra. A lei que protege as árvores está tornando proibitivo plantá-las.
O negócio das proteínas de origem vegetal para a alimentação humana tem potencial astronômico, seja pelo baixo custo, seja pelos benefícios que traz à saúde humana e ao meio ambiente.
Vejo como necessária uma certa proteção ao trabalhador que perderá seu emprego em vista de grandes evoluções tecnológicas que estão por acontecer. Os pequenos sitiantes que tiveram suas terras transformadas em grandes fazendas automatizadas, mecanizadas, hoje moram em favelas. O que acontecerá ao emprego de milhões de motoristas de ônibus, táxi e caminhões com as novas tecnologias que abolirão estes empregos? Minha sugestão é que sempre que uma nova tecnologia destruir empregos, o empregador terá que criar novos empregos relacionados com a recuperação ambiental ou com a educação e cultura, sem que para isso seja criado nenhum novo ministério.
Os anarquistas do século XIX já diziam que, com minhas palavras, o Estado é o maior repositório de poder e dinheiro do mundo. Assim sendo, para o Estado se dirigem todos os imprestáveis que gostam de ganhar muito sem trabalhar, explorando a quem trabalha. No entanto, não é possível vivermos sem Estado e então é preciso tornar sua relação custo/benefício mais atraente, tornando-o cada vez mais barato. Esta é uma das razões pelas quais o senhor foi eleito. Todos nós estamos cansados de sermos enganados, explorados e escravizados por aqueles que tomaram o Estado para se locupletarem, desde as antigas oligarquias aos partidos estelionatários que prometeram aos pobres o dinheiro dos ricos.
Os ricos precisam ser protegidos. Se forem perseguidos, como aconteceu nas últimas décadas, levarão para outros países os recursos que aqui podem gerar empregos e divisas.
Sugiro ainda que o governo federal passe a comprar ações de empresas internacionais, tendo em vista grandes avanços tecnológicos que estão em andamento nos motores da aviação, motores elétricos e na Internet que agora está às portas do G5, como também a facilitar que brasileiros possam comprar ações no exterior.
É necessário que se reveja o limite que cada brasileiro pode transacionar por mes sem pagamento de IR, valor esse que está defasado há muitos anos e estacionado em 20.000 reais. Assunto para seu brilhante ministro Paulo Guedes.
Agronegócio e Meio Ambiente são ambos assuntos importantes e conflitantes por natureza. Recomendo que sejam ministérios diferentes e que discutam muito.
Quanto à Cultura, tome decisões somente após estudar o livro Saharasia, de James DeMeo, um estudo sobre as bases de nossa cultura que tem como alicerces a destruição ou lesões na capacidade de nos sensibilizarmos.
Com meus melhores votos de sucesso,
Lino Guedes Pires
P.S.: leitor, lembre-se de deixar sua opinião, críticas e impressões abaixo. Compartilhe para gerarmos discussão!
Excelentíssimo Sr. Presidente da República Jair Messias Bolsonaro,
muito feliz, como a imensa maioria dos brasileiros, com sua eleição, tomo a liberdade de publicamente trazer minhas considerações e sugestões para que seu governo seja um grande sucesso. Sua eleição é um sucesso primeiro na história da humanidade. Nunca antes um povo fez o que fez o povo brasileiro ao colocar na lata de lixo da história toda uma máquina de corrupção, destruição e roubo. Parabéns povo brasileiro!
O senhor é um exemplo de honestidade. Quantas e quantas oportunidades de se corromper lhe foram oferecidas e o senhor se manteve íntegro! Mas é preciso mais e abaixo adentro no assunto.
Desde nossa fundação como nação, temos sido objeto de roubalheira e corrupção. Mesmo não sendo monarquista, admito que o último governante que realmente se interessou pela educação de nosso povo foi Don Pedro II. Em termos de educação, o que primeiramente dou como sugestão é ajudar o povo brasileiro a respeitar seu semelhante, amar o próximo como a si mesmo. Como cristão que é, apoio seu mote "e Deus acima de tudo, de todos". Como bem sabe, há oligarquias corruptas nesta terra abençoada e a maneira que vejo para nos livrarmos delas é justamente investir na educação com ênfase no respeito e também a aprender a ganhar dinheiro honestamente. Nunca vi uma escola com essa preocupação de preparar o aluno para saber como agir de forma a que seu trabalho seja bem remunerado, a aprender a poupar e a investir. A fazer sua própria aposentadoria como fruto de seus esforços para estudar, trabalhar, poupar e investir. Há que se rever as bases da Previdência Social, claro.
Quando estudante de medicina, para ajudar a pagar minhas despesas, trabalhei como motorista de empresas de aluguel de automóveis para empresários brasileiros e extrangeiros, quando tive a oportunidade de perceber diferenças filosóficas entre eles. Empresários e executivos dos EUA me tratavam como uma pessoa muito importante por estar estudando medicina, enquanto que a maioria dos clientes brasileiros me tratavam com desdém. Com raríssimas excessões, percebi que o empresário brasileiro é mestre em fazer dos seus funcionários um time que luta unido contra a empresa! Podemos mudar isto e para isto tenho uma sugestão:
O governo brasileiro pagará aos funcionários devidamente registrados em empresas que estejam completamente em dia com seus impostos federais, estaduais e municipais, um percentual dos impostos que a empresa recolhe ao governo federal como forma de estímulo à produtividade, expansão de negócios e cooperação entre empregadores e funcionários. Todos os impostos de governos passados pagos, a empresa indo bem, crescendo, todos ganharão com isso: o Estado, o empresário e o trabalhador. Com as medidas de corte de impostos, simplificação da burocracia, agilidade na Justiça, todos nós ganharemos.
Quanto ao nióbio e ao grafeno, minha sugestão é de que sejam comercializados como commodities na Bolsa de Valores de São Paulo e somente através dela. Com isso, ficará mais fácil acabar com o o contrabando, a evasão de divisas e a sonegação fiscal, aumentando a participação popular na defesa e negócios da nação. Recomendo também que todo e qualquer mineral seja livremente comercializado pela Bolsa de São Paulo, particularmente o minério de ferro, a prata, a platina, o carvão mineral.
A melhor forma que vejo de preservar o meio ambiente é permitir que quem planta árvores nativas possa derrubá-las quando bem entender e fazer delas o uso comercial que quiser. Hoje, se plantamos árvores nativas, destruímos o valor comercial da terra. A lei que protege as árvores está tornando proibitivo plantá-las.
O negócio das proteínas de origem vegetal para a alimentação humana tem potencial astronômico, seja pelo baixo custo, seja pelos benefícios que traz à saúde humana e ao meio ambiente.
Vejo como necessária uma certa proteção ao trabalhador que perderá seu emprego em vista de grandes evoluções tecnológicas que estão por acontecer. Os pequenos sitiantes que tiveram suas terras transformadas em grandes fazendas automatizadas, mecanizadas, hoje moram em favelas. O que acontecerá ao emprego de milhões de motoristas de ônibus, táxi e caminhões com as novas tecnologias que abolirão estes empregos? Minha sugestão é que sempre que uma nova tecnologia destruir empregos, o empregador terá que criar novos empregos relacionados com a recuperação ambiental ou com a educação e cultura, sem que para isso seja criado nenhum novo ministério.
Os anarquistas do século XIX já diziam que, com minhas palavras, o Estado é o maior repositório de poder e dinheiro do mundo. Assim sendo, para o Estado se dirigem todos os imprestáveis que gostam de ganhar muito sem trabalhar, explorando a quem trabalha. No entanto, não é possível vivermos sem Estado e então é preciso tornar sua relação custo/benefício mais atraente, tornando-o cada vez mais barato. Esta é uma das razões pelas quais o senhor foi eleito. Todos nós estamos cansados de sermos enganados, explorados e escravizados por aqueles que tomaram o Estado para se locupletarem, desde as antigas oligarquias aos partidos estelionatários que prometeram aos pobres o dinheiro dos ricos.
Os ricos precisam ser protegidos. Se forem perseguidos, como aconteceu nas últimas décadas, levarão para outros países os recursos que aqui podem gerar empregos e divisas.
Sugiro ainda que o governo federal passe a comprar ações de empresas internacionais, tendo em vista grandes avanços tecnológicos que estão em andamento nos motores da aviação, motores elétricos e na Internet que agora está às portas do G5, como também a facilitar que brasileiros possam comprar ações no exterior.
É necessário que se reveja o limite que cada brasileiro pode transacionar por mes sem pagamento de IR, valor esse que está defasado há muitos anos e estacionado em 20.000 reais. Assunto para seu brilhante ministro Paulo Guedes.
Agronegócio e Meio Ambiente são ambos assuntos importantes e conflitantes por natureza. Recomendo que sejam ministérios diferentes e que discutam muito.
Quanto à Cultura, tome decisões somente após estudar o livro Saharasia, de James DeMeo, um estudo sobre as bases de nossa cultura que tem como alicerces a destruição ou lesões na capacidade de nos sensibilizarmos.
Com meus melhores votos de sucesso,
Lino Guedes Pires
P.S.: leitor, lembre-se de deixar sua opinião, críticas e impressões abaixo. Compartilhe para gerarmos discussão!
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Dinheiro é papel. Ouro é mercadoria.
Dinheiro não é mais, desde Nixon, um recibo de posse de ouro. Hoje, dinheiro é papel moeda que representa o valor de uma nação.
Com a atual gastança do governo Obama, os endinheirados dos E.U.A. estão apostando seus caraminguás no ouro e logicamente, os interessados no comércio deste metal fazem alarde de sua mercadoria gritando que ouro é dinheiro.
Ora, vejamos alguns fundamentos.
O que forma o preço de uma mercadoria é a relação oferta e demanda. O valor de uma mercadoria atribuída pelo mercado pode ser ilusório ou real. No caso de metais tais como a prata, a platina e os metais ditos raros, o preço destes no mercado é ditado por uma demanda para uso industrial, principalmente. Já o ouro tem sua demanda estabelecida muito mais pela necessidade dos capitalistas defenderem o valor de suas economias.
Se formos estudar como os preços destas mercadorias todas, ouro, platina, prata, cobre e metais raros, principalmente se formaram, veremos que se baseiam, como disse acima, em demanda para uso industrial. O ouro é guardado às toneladas nos cofres das nações, mas de onde vem o valor que lhe é dado? Como começou essa idolatria ao ouro na história da humanidade? Será que algum dia teve alguma utilidade hoje desconhecida? Atualmente é utilizado parcamente na indústria de computadores, de eletrônicos, em joalheria, coisa pouca ao compararmos com os usos industriais dos outros metais.
Hoje, outubro de 2009, o ouro está por volta de US1040 a 1050 por onça. A prata, por volta de US17. Há poucos anos custava menos de US4,00! Obviamente o capital tenta se refugiar nos metais enquanto o dólar estiver perdendo valor devido à má gestão, à gastança do Obama, como também o euro está se desvalorizando, ainda que de forma mais difícil de ser percebida, devido às imensas dívidas que os países do Leste Europeu contraíram e estão sem condições de honrá-las devido à crise mundial, coisa pouco falada nas mídias.
Todas as crises passam e quando esta passar, a atividade industrial oferecerá oportunidades e os capitalistas irão trocar seus estoques de ouro e metais por papel moeda. Como o ouro não tem grandes aplicações industriais, seu preço de mercado irá cair vertiginiosamente, enquanto os preços dos outros metais tenderá a se sustentarem. Assim, quem hoje investir em platina, prata e metais raros, terá ganhos mais substanciais do que aqueles que investirem em ouro ou em ações. Claro, algumas ações irão bombar durante este tempo e para se saber se estão sendo lucrativas, ou se estão somente acompanhando a inflação, tem-se que compará-las ao desempenho destes metais durante este período de ursos...mas isto é outro assunto.
Lino Guedes Pires – linpires@yahoo.com
Com a atual gastança do governo Obama, os endinheirados dos E.U.A. estão apostando seus caraminguás no ouro e logicamente, os interessados no comércio deste metal fazem alarde de sua mercadoria gritando que ouro é dinheiro.
Ora, vejamos alguns fundamentos.
O que forma o preço de uma mercadoria é a relação oferta e demanda. O valor de uma mercadoria atribuída pelo mercado pode ser ilusório ou real. No caso de metais tais como a prata, a platina e os metais ditos raros, o preço destes no mercado é ditado por uma demanda para uso industrial, principalmente. Já o ouro tem sua demanda estabelecida muito mais pela necessidade dos capitalistas defenderem o valor de suas economias.
Se formos estudar como os preços destas mercadorias todas, ouro, platina, prata, cobre e metais raros, principalmente se formaram, veremos que se baseiam, como disse acima, em demanda para uso industrial. O ouro é guardado às toneladas nos cofres das nações, mas de onde vem o valor que lhe é dado? Como começou essa idolatria ao ouro na história da humanidade? Será que algum dia teve alguma utilidade hoje desconhecida? Atualmente é utilizado parcamente na indústria de computadores, de eletrônicos, em joalheria, coisa pouca ao compararmos com os usos industriais dos outros metais.
Hoje, outubro de 2009, o ouro está por volta de US1040 a 1050 por onça. A prata, por volta de US17. Há poucos anos custava menos de US4,00! Obviamente o capital tenta se refugiar nos metais enquanto o dólar estiver perdendo valor devido à má gestão, à gastança do Obama, como também o euro está se desvalorizando, ainda que de forma mais difícil de ser percebida, devido às imensas dívidas que os países do Leste Europeu contraíram e estão sem condições de honrá-las devido à crise mundial, coisa pouco falada nas mídias.
Todas as crises passam e quando esta passar, a atividade industrial oferecerá oportunidades e os capitalistas irão trocar seus estoques de ouro e metais por papel moeda. Como o ouro não tem grandes aplicações industriais, seu preço de mercado irá cair vertiginiosamente, enquanto os preços dos outros metais tenderá a se sustentarem. Assim, quem hoje investir em platina, prata e metais raros, terá ganhos mais substanciais do que aqueles que investirem em ouro ou em ações. Claro, algumas ações irão bombar durante este tempo e para se saber se estão sendo lucrativas, ou se estão somente acompanhando a inflação, tem-se que compará-las ao desempenho destes metais durante este período de ursos...mas isto é outro assunto.
Lino Guedes Pires – linpires@yahoo.com
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