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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Desemprego no Rio de Janeiro e política no município


Vamos desenvolver um grande projeto com o Conselho Gestor Parque Pedra Branca(PEPB) como gestor de uma grande articulação para gerar projetos de vanguarda em soluções ambientais com vies social no municipio do Rio de Janeiro e com integração com o Estado do Rio e Esfera Federal.



A cidade do Rio de Janeiro trazendo soluções para o planeta de sustentabilidade.



Incluir orgãos como a SMAC,SEDES (orgãos municipais) e estaduais (INEA), orgãos federais como MAPA,além de Clube Engenharia, AEARJ, UFRRJ, UERJ,OAB,diversas ONGs e OCIPs e muitos outros não mencionados acima.

Guaratiba terá reunião no Cepag, em Pedra de Guaratiba, em 29/08 de membro da Camara de Vereadores . (dados em email anexo)

Devemos trazer vereadores, deputados estaduais e federais e dezenas de orgãos destas esferas para levantar idéias e projetos para o maior parque urbano do mundo.(Pepb) incluindo esta solução para as encostas de Friburgo/Petrópolis e Teresópolis para citar área de urgentes soluções ambientais e sociais.

Iniciaremos a articulação com os vereadores na data de 29/08 no Cepag em Pedra de Guaratiba.

Como levar o tema a todos orgãos com possiveis articulações do conjunto de esferas??



Temos no Portal Sul PEPB (Ilha de Guaratiba) um projeto piloto de agrissilvicultura ( palmito palmeira real x bananais) há mais de 10 anos.

Os bananicultores do nosso municipio estão quase falidos pela concorrencia com SP, MG e ES.

Fazem fruticultura em área ingrime, que na realidade em boa parte dos cultivos é APP.



A agrissilvicultura bananal com palmito (real ou pupunha) gera aumento de renda de 10-15x e reverte a degradação ambiental do cultivo de banana .

O produtor sai da bananicultura em etapas.

A densidade de plantio da palmeira real é superior a densidade de reflorestamentos o que gera boa parte dos beneficios ambientais.
Problemas a serem vencidos:


As regras de regularizar corte dos palmitais do municipio e estado do Rio de Janeiro são somente para grandes produtores.

No Sul existe financiamento das safras com prazo de carencia do cultivo e existe apoio técnico de orgãos municipais e estaduais bem como federais (Ex: Pronaf).



A ONU considera a agrissilvicultura solução para as megacidades

A prefeitura do Rio eliminou as áreas agricolas na macroeconomia em 10/12/2010 se tornando um municipio totalmente urbano.

Nova Iguaçu fez isto no passado e voltou atrás.

A extrema pobreza é combatida mantendo a agricultura local e reflorestamento.

Como manter os bairros saudaveis com a atual situação gerada pelo Plano Diretor de 10/12/2010???



O palmital gera renda e evita a degradação das áreas de encosta.

O Conselho Gestor do PEPB tem uma grande missão de gerar soluções para um parque urbano (PEPB) e para trazer o Rio de Janeiro como Capital Mundial da Ecologia.

O projeto de agrissilvicultura traz varias soluções :



a) para a Ecologia e Sustentabilidade

b) CRIAÇÃO DE RENDA (pobreza absoluta)

c) Repositor de Água Subsolo (nascentes e riscos enchentes)

d) Projeto de Carbono



Necessitamos de apoios de orgãos municipais, estaduais, federais e entidades da sociedade civil organizada.



Ingo Haberle



Conselheiro PEPB (INEA)

Tel- 8124-5520

andre.ecologia@gmail.com





Em 22 de agosto de 2011 07:23, Centro de estudos Pesquisa e ações de guaratiba

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Crise e Oportunidade - Tráfico de Tóxicos I

Prezados membros Comunidade Escola Corcovado,




O Rio de Janeiro tem uma chance historica de mudar a cidade de um status de guerrilha urbana para cidade com projetos de combate a pobreza reais e com vies de defesa ambiental incluido.

Nós temos varios projetos reais e entidades (ONGs e OCIPs ) que podem absorver projetos de todos tamanhos.

A Ong Florescer tem o viveiro em Botafogo ao lado da Escola Corcovado.(projetos pequenos)

A OCIP Omabrasil tem membros da COPPE/UFRJ e pode fazer megaprojetos em reciclagem

A Ong Workforworld tem projetos em Guaratiba (no Brasil) de sustentabilidade.(reflorestamento/ hortas organicas/etc)



A verba não sairia da Escola Corcovado / qualquer outra escola e sim de empresários (pais de alunos)

A Escola que tiver diretores com visão, seria vanguarda no mundo em soluções para aprendizado na pratica de sustentabilidade.

Crianças que se sentem incluidas nas soluções para a pobreza e para o meio ambiente.

Qualquer outra escola no Rio ( que conheçam) ou outra escola em qualquer parte do mundo pode participar.

Afinal o Rio de Janeiro será vitrine na Copa 2014 e na Olimpiada 2016.



atenciosamente, Ingo Haberle

Turma 1977 Corcovado

PS. interessados podem enviar e-mail para linpires@yahoo.com

domingo, 27 de dezembro de 2009

Novas fotos

Clique aqui para visualizar fotos relacionadas a atividades ambientalistas de várias pessoas. Já são centenas de fotos.

Depois de nosso encontro com o Ingo, vide texto abaixo, surgiram novas perspectivas que brevemente serão dadas a conhecimento público. Aguardem.

Desejando um Ano Novo repleto de sucesso,

Lino
Lino Guedes Pires - linpires@yahoo.com

sábado, 28 de novembro de 2009

Lino Guedes batendo papo I

Ingo: Lino, enviei este material e gostaria que o lesse. Que tal?

Prezada Sra . Fatima e Sra. Cristina,

O projeto de produção de palmito da palmeira real cria condições de :

a)Gerar sustentabilidade pois em vez de mandar vidro vazio para a Amazonia e trazer água amazonica e um pouco de palmito por 6000 KM, devemos lutar para evitar que quase 90% do que Rio e São Paulo consomem seja produzido tão longe.

b)Gerar fixação de CO2 ,pois folhas e troncos irão permanecer no solo, pois matamos a palmeira real ao extrair 0,8kg de palmito.

c)Gerar água no subsolo, pois iremos introduzir 10.000 individuos em área de bananal com 600 pés.

Muitas áreas do Rio estão ficando até sem água no subsolo.

d)Criar condições de no entorno de Parques e APAs ter a agrissilvicultura contribuindo para a melhora do meio ambiente.

e)Criação de emprego e renda para os bananicultores

f)Criação de renda para os produtores de mudas das palmeiras reais (excluidos e preferenciamente mulheres com muitos filhos e sem uma estrutura familiar.

Teremos que produzir milhões de mudas.

Verificarmos com o Sesc de abrir a compra do palmito produzido NO RIO DE JANEIRO

Ai abrimos frentes de empregos para pequenos agricultores hoje sem recursos e sem tecnologia


Lino Guedes: tenho essa palmeira no sítio - veja aqui na foto, onde desenvolvemos o Projeto Plante Uma Árvore e sei de seu potencial econômico e concordo com os beneficios expostos no seu texto. No entanto, pergunto: não seria ainda melhor se plantássemos o palmito jussara com essa finalidade, ou ainda outras espécies da Mata Atlântica, haja vista que a palmeira real é oriunda da Austrália e pode não ser tão útil a nosso sistema ecológico?

Pergunto ainda se há barreiras legais que impeçam o plantio comercial das palmeiras da Mata Atlântica?

Ingo: Estamos, sim, reintroduzindo a palmeira Jussara, mas por ser nativa da Mata Atlantica, não é permitido seu corte. É especie vital nos projetos, mas para ficar na área de reserva legal da propriedade e ao longo dos cursos dágua.

Justamente por serem exóticas, a pupunha e a palmeira real são permitidas para o cultivo e a extração. Hoje são dezenas de mil hectares produzindo palmeira real em Sta Catrina e Paraná, para consumo lá e já estão exportando.

No Rio não há incentivo, visto que nem Secretaria de Agricultura nosso municipio possui, de tanta importancia que dão a esta área .

Faça pesquisa no Google sobre :

Archanthophoenix cunninghamiana e A. alexandae

Vai ver o que fazem lá no Sul

O cultivo de palmeira real evita a devastação das reservas de nativas como a Jussara.

Lino Guedes: Concordo e passo a entender que a proteção legal acaba por prejudicar a espécie. Ou seja, se a lei previsse a exploração racional da jussara, esta teria sua conservação garantida, pois haveria interesse comercial em seu plantio, o que deixa de ocorrer devido a essa proteção que vejo contraproducente. Pena.

Ingo: São coisas reais. Se você prova que plantou, por que não pode colher de forma racional???

É uma grande verdade. Por isto se o fazendeiro conseguiu ter uma grande área em pasto, pouquíssimos pensam em deixar virar floresta.

Aí, se cortarem, pagam multa ao IBAMA, que esquece que ele plantou.

Lamentavelmente esta é uma grande verdade, o mundo precisa de água e florestas, mas as leis não são adaptadas para quem faz existir uma floresta.

Em vários estados já existe o ICM ecologico, que financia os fazendeiros que hoje são pagos por produzir água e ar puro.

No Rio ainda estamos parados no tempo.

Mas nós temos muitas áreas aqui para reflorestar e fazer nossa parte.

Até terça.

Lino Guedes: Até terça, quando poderemos ter outro diálogo que poderá ser compartilhado aqui no projetoplanteumarvore.blogspot.com

domingo, 23 de setembro de 2007

Bolsa de Árvores - resposta auto-sustentável

Tendo em vista os rumos que a humanidade tem tomado e suas consequências tais como violência urbana, guerras, desemprego, o desenvolvimento da tecnologia criando facilidades e destruindo empregos, a destruição de florestas tais como a Amazônica e a Mata Atlântica, venho propor que se iniciem debates para criarmos uma bolsa comercial de árvores certificadas oriundas de florestas criadas em áreas previamente degradadas tais como pastos e campos de cultivo de grãos.
A idéia é tornar acessível à população investir no plantio de árvores de forma comercial e com isso criarmos empregos enquanto desenvolvemos florestas comerciais auto-sustentáveis.
Grato pela atenção,
Lino
projetoplanteumarvore.blig.ig.com.br
Lino Guedes Pires

Como funcionará a bolsa de árvores
A bolsa funcionará tal qual a Bolsa de Valores e também teríamos instituições financeiras tais como agências bancárias, correios, casas lotéricas, sites bancários na internet vendendo certificados de árvores.
Começando a pensar no assunto, cada certificado teria um número que estaria relacionado a características da árvore tais como:
1- Coordenadas GPS do local em que foi ou será plantada.
2- A espécie plantada.
3- Data do plantio.
4- A condição de ser espécie nativa do local.
5- Este certificado pode ser vendido livremente, podendo os governos optarem por serem documentos ao portador ou estarem vinculados ao CPF do portador, coisa que pode ser computada no atos comerciais que poderão ocorrer durante a vida desta árvore.
6- A data em que esta árvore estará licenciada pelo IBAMA ou outro órgão governamental, em caso de bolsa de árvores de outros países que não o Brasil, para ser cortada com fins comerciais.
7- Este certificado estaria sujeito ao pagamento de uma taxa mensal ou anual para as despesas de manutenção da árvore e também estaria sujeito a receber créditos de dividendos que possam estar relacionados à vida da árvore certificada.
8- Este certificado poderia ser simplesmente um número ou código que pode ser adquirido e revendido a qualquer momento.

Por favor, deixem aqui seus comentários, suas sugestões e críticas a este projeto.

Grato pela atenção,

Lino
Lino Guedes Pires
linpires@yahoo.com
algumas fotos em www.gazzag.com/linpires

Estrada da Matriz, 7245 Ilha de Guaratiba
Rio de Janeiro RJ
tel. 0XX 21 9995 9422 – celular
0XX 21 3404 6507 - residência