Publique aqui sua ação, seu desejo por um mundo melhor para todos os seres - Sempre podemos mais do que nos foi dito podermos -
quarta-feira, 30 de março de 2011
Porto Alegre: Chicote Nunca Mais faz campanha de inverno para abrigar cavalos
Material
100 pedras de alicerce
44 telhas 4mm tipo Brasilit
150 tábuas de costaneira 2,70m
2 pacotes pregos 19x37
3 pacotes pregos 17x27
2 pacotes pregos para telhas
15 sacos cimento
1 caminhão de areia
1 caminhão de brita
15 guias 10x5,40
12 ripas de 7
6 paus 10x10x5,40
8 dobradiças
3 caçambas de aterro
Fonte: Chicote Nunca Mais
sexta-feira, 4 de março de 2011
Nasce o filho da égua resgatada Caolha
| | | |
Nesta quinta-feira, dia 3 março, às 23h, nasceu Marquinhos, um belo potrinho filho da Caolha. Ele é saudável e está livre da escravidão que tornou a mãe dele vítima. Caolha havia sido recolhida com a anca sangrando, cortada a chicotadas. "Mesmo com a maldita carroça cheia e o animal em final de gestação, não teve piedade o bandido que a conduzia. O fato pode ser constatado na segunda foto. Hoje ela é livre, e seu potrinho também. Para esses, fizemos a diferença. Chicote Nunca Mais para eles", comemora a presidente da entidade, Fair Soares. Fonte: Chicote Nunca Mais |
domingo, 26 de setembro de 2010
Cachoeirinha/RS: Chicote Nunca Mais convoca Imprensa para eviatar que cavalo ferido seja entregue ao carroceiro
No dia 8 de setembro, em Cachoeirinha, RS, um cavalo que puxava carroça caiu em plena rua, e foi socorrido por populares. Era um animal jovem e estava muito machucado. Pediram auxílio à ONG Onda, que apesar de ter seu trabalho voltado aos cães, não deixou de atender. A responsável pela entidde, Simone Staffa, chamou o veterinário da Chico Nunca Mais, Chico Gusso, que se deslocou até o local. O eqüino acabou sendo deixado em uma residência, para que no dia seguindte a Chicote efetuasse o recolhimento, mas depois a moradora avisou que o carroceiro havia levado o cavalo embora.
Entretanto, a pessoa que solicitou ajuda para o cavalo ia passando no local e presenciou a senhora – que havia se comprometido em abrigar o animal – entregando-o ao carroceiro. Houve resistência, e novamente a Chicote foi acionada. “Ligamos para a BM de Cachoeirinha, falamos com o soldado Juan, que nos atendeu com muita má vontade, alegando falta de viatura, falta de pessoal e todas as desculpas de rotina”, relata a presidente da Chicote Nunca Mais, Fair Soares.
A entidade então resolveu convocar a Imprensa, contatando com o Diário de Cachoeirinha, que mandou uma jornalista fazer a cobertura do caso. “Solicitamos novamente à BM o deslocamento de viatura ao local para fazer o termo de recolhimento. Ao saber que a reportagem estava no local, o soldado do atendimento mudou de atitude e uma viatura foi para lá. Estavam lá também os denunciante do dia anterior e o veterinário Breno”, comenta Fair.
A Chicote Nunca Mais recolheu o cavalo, batizado agora de Osama. Ele responde ao tratamento com muita dificuldade, mas será recuperado e encaminhado à tutela. “Será que precisa tanta pressão para que a BM cumpra a lei? Maus-tratos também é crime ambiental, no entanto há uma resistência inclusive do Batalhão Ambiental, que após as 17h não realiza atendimento – exatamente na hora em que todas as carroças estão desfilando pelas ruas de Porto Alegre”, lamenta a presidente. “Felizmente outros batalhões têm nos auxiliado, como o 20º Batalhão da BM, destacando-se o sargento Júnior, que já nos auxiliou algumas vezes à noite. Em Gravataí, o 16º Batalhão da BM tem sido grande parceiro no recolhimento, citando a soldado Aline, sargento Régis, soldado Rodrigo Marques e major Padilha”, agradece. O caso foi publicado no dia 9 na coluna ‘Amigo Bicho’ do Diário de Cachoeirinha.
Fonte: Chicote Nunca Mais
sábado, 7 de agosto de 2010
Porto Alegre: Chicote Nunca Mais retira 17 cavalos do depósito da EPTC
Na última segunda-feira, dia 2 de agosto, a ONG Chicote Nunca Mais recolheu 17 cavalos liberados pela Empresa Pública de Transporte e Circulação, que estavam em cabanha localizada na zona rural de Porto Alegre. O pedido era feito desde março, sendo atendido somente agora, com custas de transporte e remoção dos animais correndo por conta da Chicote. Segue relato da presidente da entidade, Fair Soares.
“Marcaram para as 15h, e lá estávamos a postos. Às 16h ainda estavam copiando documentos e esperando os que chegariam do Departamento Jurídico da EPTC. A coisa foi enrolando e o frio, por sua vez, aumentando. Eram 17h e o documento de doação, conforme determina a lei, estava errado. Aliás, na retirada passada foi o mesmo equívoco, quando levaram três meses para liberar dois cavalos de um alvará judicial. A solução chegou quando o Ministério Público do Meio Ambiente interveio, já quase anoitecendo. Um agente que estava no local estava preocupadíssimo, porque o ônibus que ele usava tinha poucos horários”.
“Quando finalmente conseguimos recolher 15 dos 20 cavalos que havíamos pedido, era noite escura. Pegamos mais um com olho vazado que não estava no pedido e outro que fez uma cirurgia nos tendões, na UFRGS. Toda a população está acostunada a ouvir a choradeira dos dirigentes da EPTC, de que estão com muitos cavalos, no entanto quando há uma ONG de idoniedade comprovada, respeitada pelo trabalho que desenvolve e que contribui com a redução do plantel, eles demoram todo este tempo, evidenciando desorganização, ingerência e pouco conhecimento da Lei Ambiental. Além do que, pede-se um número de animais e eles liberam outro. Será que isso ocorre porque a coisa é publica? Quem sabe pensam que são os donos dos cavalos? Acho que talvez não sabem que é o erário público que paga o recolhimento, estada dos bichos e os salários deles. Freqüentemente não atendem a população quando se pede ajuda para algum cavalo, e muitos são grosseiros e mal-educados”.
“Vamos continuar buscando cavalos na EPTC porque temos um acordo com o prefeito municipal, José Fortunati, de relocarmos os animais recolhidos, conforme faculta a Lei Federal e, ele está mantendo suspensos os leilões. Existe um grande número de animais com deforminades incapacitantes, cavalos cegos, com problemas articulares, dentre outros. Em Porto Alegre, não dá para dizer que cavalo de carroça não é vítima. A Prefeitura não dipõe de local adquado para colocá-los. Creio que é justo, pois esses animais vêm recolhendo o lixo da cidade gratuitamente para a Prefeitura, e o prêmio não pode ser o leilão. Isso é colocar o dinheiro público no lixo. O cavalo que teve uma recuperação mascarada volta para a rua e, seguramente, vai cair logo adiante. Vamos pagar todo o recolhimento e albergamento novamente? Tenho dúvidas de que haja no depósito o número de cavalos alardeado pela EPTC, que seriam 90 eqüinos. Se houvesse, não levariam cinco meses para entregar 15 cavalos, faltando 25% do pedido. Não é coerente”.
Fonte: Chicote Nunca Mais