A concentração de renda e a destruição ambiental continuam sendo os nossos grandes desafios. São facetas diferentes da mesma dinâmica: na prática, estamos destruindo o planeta para a satisfação consumista de uma minoria, e deixando de atender os problemas realmente centrais. Como explicar que, com tantas tecnologias, produtividade e modernidade, estejamos reproduzindo o atraso? Em particular, como a sociedade do conhecimento pode se transformar em vetor de desigualdade? *Ladislau Dowbor, professor de economia e administração da PUC-SP, é autor de Democracia Econômica e de Da propriedade Intelectual à Sociedade do Conhecimento, disponíveis em http://dowbor.org
(Envolverde/Mercado Ético) | |
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Sempre podemos mais do que nos foi dito podermos - Estamos sem anúncios. Já foi solicitada ajuda ao Google e nada...Qual será a razão? Já fiz e refiz as instruções e nada...Pedi ajuda, nada...Qual é a do Google????
terça-feira, 30 de novembro de 2010
LATIFÚNDIOS DE IDÉIAS
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
A Espanha Insolvente
Para entender melhor o que está colocando seu bolso e seu alimento em risco, leia a matéria abaixo:
Gonzalo Lira: For Europe’s Future, Spain Is All That Matters: "Last Spring it was Greece that was in crisis mode—then last week, it was Ireland—and coming up next is Portugal— —but all those pale in com..."
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MENOS LEIS, MAIS JUSTIÇA
e a Letra Capital Editora
convidam para o lançamento do livro
do advogado criminalista
Dia 6 de dezembro, 2ª feira, a partir das 18h,
na OAB/RJ, Av. Marechal Câmara 150, 4º andar.
Av. Treze de Maio, 13/1301
Tel.: 2263-4228 e 2263-9612
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Guerra no Rio de Janeiro
Por outro lado, profetizo que agentes da Polícia Militar assumirão o tráfico de drogas, haja vista que a demanda continua. Ou seja, enquanto houver pessoas dispostas a comprar e a pagar caro, aparecerão fornecedores. O que temos a aprender com a experiência dos Estados Unidos com a Lei Seca deles?
Assim, é preciso que a sociedade se conscientize do processo que leva uma pessoa a procurar álcool, cocaína e maconha para consumo próprio.
A cada pessoa que se sente afetada de alguma forma por estas atividades recomendo que se pergunte assim: Como é que eu tenho contribuido para que o tráfico de drogas e toda essa violência chegassem a este ponto?
Vejo que há a responsabilidade de cada indivíduo nisto.
Crise e Oportunidade - Tráfico de Tóxicos I
O Rio de Janeiro tem uma chance historica de mudar a cidade de um status de guerrilha urbana para cidade com projetos de combate a pobreza reais e com vies de defesa ambiental incluido.
Nós temos varios projetos reais e entidades (ONGs e OCIPs ) que podem absorver projetos de todos tamanhos.
A Ong Florescer tem o viveiro em Botafogo ao lado da Escola Corcovado.(projetos pequenos)
A OCIP Omabrasil tem membros da COPPE/UFRJ e pode fazer megaprojetos em reciclagem
A Ong Workforworld tem projetos em Guaratiba (no Brasil) de sustentabilidade.(reflorestamento/ hortas organicas/etc)
A verba não sairia da Escola Corcovado / qualquer outra escola e sim de empresários (pais de alunos)
A Escola que tiver diretores com visão, seria vanguarda no mundo em soluções para aprendizado na pratica de sustentabilidade.
Crianças que se sentem incluidas nas soluções para a pobreza e para o meio ambiente.
Qualquer outra escola no Rio ( que conheçam) ou outra escola em qualquer parte do mundo pode participar.
Afinal o Rio de Janeiro será vitrine na Copa 2014 e na Olimpiada 2016.
atenciosamente, Ingo Haberle
Turma 1977 Corcovado
PS. interessados podem enviar e-mail para linpires@yahoo.com
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sábado, 27 de novembro de 2010
"O GRITO DO BICHO": EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: IIº EMALT
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
AGROTÓXICOS COMO TEMPERO ....
Nesta segunda reportagem sobre agrotóxicos no Brasil, enfatizamos a importância de um maior controle no seu uso no cultivo de alimentos, apresentando estatísticas da ANVISA e os impactos sobre a nossa saúde. (Envolverde/Carbono Brasil) | |
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A Analfabeta
A história de alguém que começou a ler enquanto trabalhava na casa de um homem público.
A ANALFABETA emociona e revolta.
Há momentos em que o conhecimento pode não fazer muito bem.
Em contrapartida, saber comunicar-se de diversas formas contribui para deixar transparecer nossa inteligência e, quem sabe até, fazer nascer o amor.
Não perca! e-book inteiramente grátis no blog de
Wallace Fauth
http://fauth.blogspot.com/
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Falta de autoridades no Rio? E o que são "autoridades"?
Pois quem tem hoje no Rio o poder de comandar os outros? O poder de levar as pessoas a agir da forma como desejam e quase sempre ordenam? Base para responsabilidade talvez seja o único quesito (usando linguagem carioquês) que não cabe na Autoridade bandida.
Em cidades pequenas (menores que o Rio) existem alguns policiais nos quais confiamos. Nós os chamamos quando vemos alguma coisa irregular mas não é a totalidade que podemos afiançar, mesmo aqui no interior paulista.
Chamo àqueles que hoje publicaram no Yahoo que o Rio não tem autoridade para rever o sentido da palavra e o quanto temos sido esfoliados e mortos por autoridades que não merecem o título. São autoridades hoje os bárbaros traficantes, os bárbaros torturadores de menores inocentes que se vendem pelo prazer de alguns minutos, os animais que pouco se preocupam com a vida, sequer com a própria.
Há que haver em algum lugar, em alguma situação, em alguém...uma resposta para tanta barbárie.
Enquanto isso...continuarei falando.
Dra. Kátia Coutinho
18-9711-5627
katia@assis.unesp.br
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Advogados no Brasil frequentam bares que vendem crack...Pode?
Mas ver um vídeo hoje do Sr. Ércio Quaresma, advogado do não menos culpado, Bruno do Flamengo, em situação patética num banquinbho de bar de quinta, acendendo um cachimbo com pedra de crack e negociando preço sem nem saber onde estava, é o cúmulo. É o cúmulo...não se pode mais ficar quieto neste país, gente. Somos uma gente brava, guerreiros pelo bem e pela vida de melhor qualidade para todos. Não podemos nos deixar banalizar por notícias tão espantosas, tão absurdas e simplesmente dizer...puxa, que coisa! Que coisa somos nós, isso sim, que não nos damos ao trabalho de lutar pelos direitos de sermos realmente um povo feliz, sem negociatas, sem trabalhos políticos fraudulentos, e agora...um advogado aprovado pela OAB, emm pleno exercício de uma função que deveria promover a justiça e bem estar das pessoas, fumando crack num barzinho de sabe Deus onde.
O que vamos fazer? Sei que as pessoas que lêem este e outros blogs criados com a melhor das intenções possíveis, se omitem de fazer comentários.
É como uma paralisia contagiosa depois de tantos males e tão pouca punição para aqueles que realmente devem no país.
Mas isto não pode continuar assim. É uma lástima que não tenhamos sequer uma linha de palavras que ajudem coletivamente este país a ser melhor.
Seguirei falando...com ou sem comentários, seguirei falando. Uma voz no deserto é, ao menos, um eco a ser escutado em algum canto deste planeta. E sei que não estou sózinha nesta luta.
Contatos com
Dra. Kátia Coutinho
18-97115627
katia@assis.unesp.br
Casacos de pele ou o especismo que dá no couro
por Marcio de Almeida Bueno
As pessoas aí – mesmo as ruminantes de carne – se chocam com os vídeos da indústria de peles, e nem daria para não se chocar mesmo, mas mantêm o couro só no sapatinho. Até hoje nao entendi porque a bifurcação mental entre animais fofos e peludos – e de certa forma distantes, e a vaca que capota no cimento do matadouro. Sim, antes que gritem os chatos, eu sei dos deatlhes sórdidos e criativamente cruéis que envolvem esta ou aquela atividade em específico, mas daí estaríamos caindo barranco abaixo em direção ao bem-estarismo, do tipo ‘se meu remorso for menor, pode tá?’.
E a coisa nao é assim. É preciso pensar que, em princípio é uma pele animal que cobre o sapato, segura as calças para não caírem ou ‘protegem contra o frio’, conforme justificativa de praxe. Então se aceita uma pele daquele animal ali, o gordo com chifres e meio pateta, mas não do fofo e ágil, com talento para virar desenho animado.
O cheiro de couro ao passar em frente a uma loja ‘especializada’ me embrulha o estômago.
E esse couro foi tratado e processado até perder sua, digamos, aparência de animal. Tal como os nuggets ou a mortadela, coisa que se come mas não traz a cara de quem, tocado por Midas ao contrário, virou alvo do tesão gastronômico. E quem arrota preocupação com o meio-ambiente sustentável deve estar sempre gripado, com ‘dariz endupido’, toda vez que passa pore região onde tenha curtume. E toda a água intoxicada, metais pesados a go-go, é encanada e enviada para Marte, claro. “An, mas couro é natural, sintético é que faz mal”, como já ouvi de uma subgênia ao receber um panfleto anti-couro.
E, no entanto, essa gente vira a cara na hora de assistir a um vídeo – mas a vida é ao vivo – de morte de bichinhos fofos para que a J-Lo ou o 50Cent tenham onde gastar o dinheiro que ganham com sua, tipo, ‘arte’. Quem acha que estou valorizando menos o sofrimento dos arminhos, martas e outros animais que ‘dão sua pele para aquecer os humanos’, que me encontre em qualquer Sexta Sem Pele.
Vejam que falei da MORTE de um animal, não falei de sua desgraçada vida dentro de uma gaiola, retirado da natureza para ser ingrediente das planilhas de cálculo de exportação. É necessário fazer um insight e pensar no que é acordar todo dia em um quadrado de grades, tendo como opção comer, cagar, dormir ou girar no próprio eixo.
OK, tem humano que faz apenas isso durante toda sua existência e ainda se considera o degrau final do darwinismo, mas não é esse o ponto.
A questão é que esfolar terceiros para ter um calçado, etc, mais resistente – em tese, moçada, em tese – é uma escolha do sistema apresentada em dois de seus altares sagrados – a indústria e o comércio. Em não havendo ‘de couro’ de um dia para o outro, o povo vai espernear por um tempo, os formadores de opinião vão dizer o que o patrão mandar por um tempo, mas depois todos vão marchar felizes usando calçado feito de _________. Mais barato e resistente.
E, se imagino, poluindo apenas TANTO QUANTO antes, o tal meio-ambiente sustentável puxa-voto. Mas para isso, os especistas esdão zempre de dariz endupido, diacho!
Fonte: ANDA
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Açúcar...doce engano com consequências terríveis.
Ao mudar para outra cidade descobri um mundo novo, amigos que hoje chamamos de “descolados”, garotas de minha idade que saíam à noite sem horário para voltar, usavam álcool e até mesmo um “fuminho”, vez em quando. Nada muito perigoso, pensava eu, mas muito diferente do que estava acostumada a viver.
Sem controle dos pais, iludida e deslumbrada com o que a liberdade pode trazer, abusei um bocado. Faltava nas aulas e quando ia pouco aproveitada, pois meus pensamentos concentravam-se no que poderia fazer dali a pouco, com quem iria encontrar e qual seria o lance da vez.
Esta vida durou aproximadamente três anos até que me descobri grávida, sem saber ao menos de quem e sem apoio de ninguém. Não eram tempos de divulgação de preservativos, mas sempre foi tempo de sabermos o que podia e o que não podia engravidar uma mulher. Infelizmente e influenciada por prazeres nunca sentidos, não prestei atenção à simplicidade de evitar uma gravidez não desejada. Meus pais nunca souberam e nem poderiam saber. Seria para eles uma decepção da filha outrora ajuizada, que passou no primeiro vestibular que fizera e até então tinha bons comportamentos. Meus irmãos, menos ainda me ajudariam. Eram todos mais novos que eu e tinham um mim um ideal a ser seguido. Não podia decepcioná-los.Optei pela solidão do aborto.
Pouco mais de 19 anos e lá estava eu em uma clínica clandestina acompanhada apenas de uma amiga que, com tanto ou menos juízo, concordou em ir junto. Uma hora depois, uma vida mudada. Uma menina ainda mutilada pela falta de juízo. Não conseguia olhar-me no espelho. Rastros de uma educação religiosa e lembranças da moral aprendida desde muito pequena arranhavam meu coração e, sem que eu soubesse, arranhavam também meu corpo.
Faltava pouco para as provas do fim do quarto ano e eu estava fraca, sozinha, perdida..., mas tinha que ser aprovada. Para aumentar ainda mais o incômodo da situação, precisei começar a trabalhar para sustentar-me, pois meu pai nos abandonara por uma moça mais nova que minha mãe.
Trabalhava durante o dia, freqüentava as aulas à noite e estudava pela madrugada afora. Era difícil. Foi nesta época que comecei a chupar balas, comer chocolate, tomar litros de refrigerante enquanto estudava. No início de dezembro de 80, minhas gavetas tinham tantos doces estocados que nada mais cabia nelas. Eu estava condicionada a pensar que sem eles a noite demoraria a passar e eu me sentiria tentada a fugir do estudo. Lembro-me de estar elétrica, comendo doces e tomando refrigerante o tempo todo até que as provas terminaram e eu soube que estava aprovada.
Não houve muito tempo de comemoração. Em duas semanas perdi mais de vinte quilos e entrei em coma. A cidade onde morava não tinha médicos especializados e fiquei um bom tempo em observação enquanto meu quadro piorava. Nessa época, fui mandada para São Paulo ainda em estado comatoso e lá descobriram que eu havia adquirido uma diabetes tipo I, que seria dependente de insulina e teria que evitar tudo que aumentasse meu teor glicólico.
Não foi fácil...,não tem sido fácil. A válvula de escape de minhas dores foi o açúcar e é por causa dele que até hoje, 35 anos depois, tenho uma vida que necessita controle diário. Claro que este é apenas mais um depoimento de alguém que usou o açúcar como mecanismo de compensação pelos problemas que enfrentou. Mas penso hoje e penso muito naqueles que sequer têm problemas que suscitam necessidade de compensação e, no entanto, estão usando e abusando dessa coisa bonita, branquinha, limpa e tao perigosa que é o açúcar refinado.
Não tenho muitos elementos técnicos ou médicos que possam convencer especialmente jovens e crianças dos perigos do açúcar. A mídia, escrita, televisiva, mostram publicidades cada vez mais atrativas que movem a pessoa quase incosncientemente ao uso do açúcar. Mas tenho minha história, minha lida diária, meu controle sobre órgãos de meu corpo que podem deixar de funcionar como necessário e minha convicção que poderia ter sido diferente se houvesse mais orientação e apoio. Se houvesse mais gente preocupada em falar dos malefícios e menos do prazer que provoca. E é com minha história que desenvolvo minha vida. É ela que eu ofereço como instrumento de convencimento àqueles que podem fazer da sua, uma história melhor que a minha.
Há muitas formas de fazermos o bem a nós mesmos e aos outros. Este depoimento é uma tentativa de alerta para todos aqueles que precisam de orientações. Não temos que nos tornarmos dependentes de medicação ou outras “muletas” de sobrevivência se nos cuidarmos em tempo. A vida, por mais difícil que ela nos pareça em determinados momentos, pode ser mais fácil. E é bom saber que grande parte dessa mudança depende apenas de nós mesmos.
Contatos:
Dra. Kátia Regina Coutinho
kátia@assis.unesp.br
18-9711-5627
21-9995-9436
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LULA - COMPRA ARMAS PARA MATAR A FOME?
Houve uma grita na mídia quando a Rússia, há pouco, vendeu à Venezuela cerca de US$ 4 bilhões em armas. Interrogações acima de qualquer suspeita logo brotaram: o que pretende Chávez? Declarar guerra à vizinha Colômbia? Dar um golpe de Estado e governar como ditador? (Envolverde/Adital) | |
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
AS CRIANÇAS E O CONSUMISMO
Há um verdadeiro exército publicitário trabalhando ininterruptamente para convencer as crianças a comprar toda sorte de produtos. (Envolverde/Instituto Akatu) | |
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Leis estranhas ao redor do mundo
Leis estranhas ao redor do mundo:
1* No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas têm que ser fêmeas. Relações sexuais com machos são puníveis com a morte.
2* No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas ele é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Ele pode apenas olhar através de um espelho.
3* Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária... Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira.
4*A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação...
(Estes três itens fazem parte da explicação das altas taxas de suicício entre islamitas...)
(De qual cabeça???).
5* Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e deflorar virgens, que os pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez.
Razão: Pelas leis de Guam, é proibido virgens se casarem.
(Alguém me explique isso!)
6* Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero, mas deve fazê-lo apenas com suas mãos.
7* A lei autoriza vendedoras a ficarem de topless em Liverpool, Inglaterra, mas somente em lojas de peixes tropicais. - Dá para entender?
8* Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido, quando na primeira vez que isso ocorrer, sua mãe estiver no quarto para testemunhar o ato.
(Imagina transar com a sogra assistindo? Fala sério....).
9* Em Santa Cruz, na Bolívia, é ilegal um homem ter relações com uma mulher e a filha dela ao mesmo tempo.
Soube também que na Bolívia e Peru ainda se faz infundibulação nas "filhas do Sol"....
(Ficar esperando a vez do lado da cama pode!).
10* Em Maryland preservativos podem ser vendidos em máquinas somente em lugares onde são vendidas bebidas alcoólicas para consumo no local.
(Tem que usar no balcão?)
11* Na Nova Guiné, o sexo anal é obrigatório.
Em resumo: muita loucura nesse mundo quando o assunto é sexo!
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Fila no Banco
Por outro lado, um outro tópico que incomoda é o tempo de espera na fila de atendimento. Recebi o texto abaixo anônimo e o transcrevo à espera de contribuir para a melhoria de nossa qualidade de vida. Leiam:
FUNCIONA MESMO - LEIA COM ATENÇÃO.
Apenas para complementar, a lei de que trata o email anexo é a Lei nº 13.948/2005.
Senha de horário nos bancos.
Aos amigos,
Vivi essa semana uma experiência que confirmou uma suspeita.
Há cerca de um mês eu entrei no Banco Itaú para fazer um pagamento e, quando vi o tamanho da fila, pensei: 'Vou ficar horas aqui dentro'.
Foi quando me lembrei da lei que entrou em vigor na capital paulista (e no Brasil), que regula o tempo máximo de espera em fila bancária. Salvo engano, são 20 (vinte) minutos em dias normais, e 30 (trinta) em dias de pagamento de pensionistas do INSS.
Assim sendo, solicitei a um funcionário a senha com o horário de entrada na fila, pois se o tempo excedesse, eu encaminharia o papelucho para a prefeitura multar o banco.
Entrei na fila, e notei que de repente aquele som que sinaliza caixa desocupado, começou a tocar com maior freqüência, e a fila foi diminuindo rapidamente.
Quando cheguei ao caixa, ele solicitou a senha para autenticar, e eu fiquei intrigado. No meio de tantos clientes, como ele sabia que a senha estava comigo?
Examinei então os dois horários, entrada e saída e constatei que foram 17 minutos de fila. Eu esperava ficar mais de uma hora.
Percebi que quando eu pedi a senha, o gerente colocou mais caixas e o atendimento fluiu rapidamente.
Hoje, fui novamente ao mesmo banco e dei de cara com a mesma fila imensa. Não tive dúvida. Procurei um funcionário e pedi a senha. Ele, fazendo cara de bobo, perguntou:
- Que senha? Não tem senha. Entre na fila.
Eu insisti.
Ele disse que não sabia de senha alguma...
Procurei os caixas e notei uma plaquetinha discreta que dizia: 'Se necessitar senha, solicite ao caixa'.
Pedi a senha ao caixa, e ele fez outra cara de bobo e disse:
- Que senha?
Parece que os funcionários já estão treinados a não fornecer a senha.
Então eu exigi:
- A senha que diz o horário que eu entrei na fila. É lei...
O caixa meio contra vontade forneceu a senha e eu entrei na fila.
No início continuou lenta, quase não andava.
De repente, o mesmo fenômeno, começou o som que não parava mais, e a fila foi rapidamente diminuindo.
Quando cheguei ao caixa, desta vez não foi surpresa, ele pediu a senha pra autenticar, e após a autenticação, ele se virou para uma senhora que circulava por trás dos caixas, com cara de gerentona, e em resposta à pergunta dela de...'E aí? Tudo bem?'
O caixa respondeu:
- BELEZA.
Matei a charada! 'BELEZA' foi a constatação que o caixa fez.
Fui atendido em 14 (quatorze) minutos.
E a gerentona então deu um sinal que eu entendi que seria para alguns dos caixas voltarem para os locais de onde foram retirados para atender ao público.
MORAL DA HISTÓRIA - Existe sim um número de funcionários nos bancos, suficiente para atender dignamente o público, porém eles são desviados para outras funções mais lucrativas, tais como vender seguro por telefone, enquanto os idiotas dos clientes ficam na fila.
Eu não fico mais.
Cada vez que entrar em um banco, exija sua senha com o horário. Vamos lutar por esse direito obtido.
Não sejamos bobos...
É só a gente divulgar e insistir para a lei ser cumprida.
AFINAL ELES NÃO NOS POUPAM, cobram Encargos, Tarifas, Cestas, Taxas, todas abusivas tornando os Banqueiros os homens mais ricos do Planeta.
Caso você não seja atendido no tempo de 20 min em qualquer agência bancária, você tem o direito a ser indenizado, podendo ir ao Procon, ou ao Juizado de Pequenas Causas e pleitear sua indenização por perdas e danos que poderá, nestas instâncias ser de até 4 a 5 salários mínimos.
É notório que os representantes legais dos bancos preferem fazer logo um acordo, uma vez que a indenização será sempre acrescida de juros e correção monetária, podendo atingir valores de 50 salários mínimos.
Em tempo, quando ficar preso na entrada giratória da agência do banco, não saia, pois o tempo será contado a partir de sua prisão na agência. Chame à atenção para ter testemunhas no processo, pois é muito importante ter testemunhas que anotem o horário em que você ficou preso na porta giratória. Caso o guarda particular do banco mandar você se afastar para entrar novamente, diga a ele que o correto é ele abrir a porta para você adentrar. Se ele insistir para que você ande para trás, solicite que testemunhas registrem o fato para que você possa dar também mais esta queixa, o que gerará mais penalidades contra o banco, além do que todos os que estão do lado de fora esperando a abertura da porta rotatória, também tem direito à indenização, pois o tempo deles também está sendo contado a partir desse momento em que a porta travou e não deixou mais ninguém entrar.
Lembramos que o estabelecimento bancário não limita-se è entrada no banco, pois o estacionamento da agência também faz parte do estabelecimento e fornece um documento na forma de papelzinho sem importância aparente, mas que por ter seu horário de entrada impresso, é prova material do horário de sua chegada à agência.
Sendo a instituição bancária uma concessão do Estado ao direito da empresa explorar financeiramente a população em troca de prestação de serviços, essa concessão poderá ser revista e até mesmo cassada pelo pelo Poder Judiciário quando não há cumprimento das normas de atendimento dos clientes. Todo cliente brasileiro ou naturalizado é eleitor e contribuinte que não pode ter seu tempo furtado dentro de uma agência bancária, sem que seja ressarcido de tal dano material, podendo haver ainda a expectativa de ressarcimento por danos morais.
Todos os juros e tarifas que você paga a seu banco estão em desacordo com a lei, pois o que está valendo é o contrato que você assina com o banco e não a lei que protege o cliente da especulação. Tais contratos podem ser revistos a qualquer momento, pois, sem sombra de dúvida, todos estão fora da lei e são diferentes para cada cliente. Ou seja, se você está nadando em dinheiro, você paga juros e tarifas menores. Por outro lado, se você está passando por dificuldades financeiras, o banco passa a ter comportamento de agiota e lhe cobra taxas e juros sensivelmente maiores, o que pode ser aprecidado devidamente a seu favor pela Justiça.
Curioso é o fenômeno que acontece ao vocÊ começar a analisar uma simples porta rotatória de um banco ou um recibo de estacionamento. Como aparecem ilegalidades....Quanto mais você puxa, mais vem....só para lembrar, os bancos ficam com o dinheiro do seu cheque e o colocam para render sem que você tenha qualquer participação, entre outras artimanhas. Ou seja, tempo é dinheiro. Você perde tempo, o banco o transforma em dinheiro.
Assim, você percebe como o banqueiro tem pressa em fazer um acordo e pagá-lo imediatamente, antes que você se dê conta de como esses valores podem vir a crescer.
Após ler o texto anônimo aqui publicado, consultei um amigo advogado que me deu estes últimos esclarecimentos.
Se gostou, lembre-se repassar a seus contatos!!! Se encontrou alguma falha ou erro, escreva abaixo seu comentário de forma que possamos esclarecer melhor à população.
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Vanguarda Abolicionista leva o ativismo gaúcho ao show de Paul McCartney
Fotos: RSantini

por Marcio de Almeida Bueno, jornalista
Em um domingo de forte calor, a Vanguarda Abolicionista com seus apoiadores, e também ativistas independentes e as siglas Projeto ProAnimal e Ramatis Porto Alegre, passou o dia junto ao estádio Beira-Rio, local do show do ex-beatle Paul McCartney em Porto Alegre. A idéia foi aproveitar a presença do roqueiro vegetariano e ativista pelos direitos animais, e das milhares de pessoas que circulavam pelo entorno do estádio neste 7 de novembro.

O grupo realizou maciça panfletagem com material preparado especialmente para a ocasião, com os dizeres ‘Escute Paul McCartney – ele tem muito a dizer contra o consumo de carne e sobre direitos animais‘. Não foram poucos os fãs que afirmaram desconhecer a ligação do músico com a causa animal e vegetariana, e como promotor da Segunda Sem Carne.

Outro material produzido para o evento foi um banner em tamanho natural de Paul – autorizado pelo PETA, tratando de sua mudança de vida rumo à defesa dos animais. Dezenas de pessoas posaram ao lado do cartaz para fotografias, e até mesmo uma equipe da RBSTV/Globo gravou reportagem junto ao banner, entrevistando um dos ativistas.

A ocasião também permitiu a coleta de assinaturas contra a importação de novas girafas para o Zoológico de Sapucaia do Sul, dentro do movimento ‘Lugar de animal é no habitat natural’, do qual a Vanguarda Abolicionista faz parte. Fãs anônimos e famosos, famílias inteiras, gente de vários pontos do Brasil e do Mercosul endossaram o documento em favor das girafas, e até mesmo dois iintegrantes da banda Chimarruts – foto abaixo – deixaram sua assinatura.

Milhares de panfletos e adesivos foram distribuídos, para um público que aumentava à medida que o horário da abertura ds portões se aproximava. A ligação de Paul com o vegetarianismo/vegansimo, explicitada pela Vanguarda Abolicionista na manifestação, provocou as mais diferentes reações. Muitos se declaravam vegetarianos, veganos e até ativistas, outros viam tudo com incredulidade, e alguns poucos ficaram incomodados. “Tu mata o alface e o tomate que não têm como fugir, covarde filho da p***!”, esbravejou um grupo de jovens de classe média, visivelmente alterados. Não se sabe o porquê de terem pago cerca de 500 reais para o show de um artista vegetariano, militante e reconhecidamente sensível em relação aos animais – e outras causas nobres.

Os ativistas deram entrevista para uma equipe de Santa Catarina que realizava um documentário, e a partir da abertura dos portões circularam por entre as milhares de pessoas que acorriam ao Beira-Rio. Esgotados pelas sete horas de pé sobre o asfalto e sob o Sol, os ativistas recuperaram as forças saboreando lanches veganos oferecidos pela culinarista Pris Machado, presente no ato.

Uma pasta de mini-pôsteres com fotos de protestos da Vanguarda Abolicionista, com apresentação em inglês, foi entregue à equipe de produção do espetáculo, para chegar às mãos do cantor. Alguns dos manifestantes, mesmo exaustos, entraram no estádio para assistir ao show, portando faixas, e o restante do grupo deixou o local para tratar da pós-produção de Comunicação do grupo.

Galeria de imagens
Fotos: Marcio de Almeida Bueno


Fotos: RSantini





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domingo, 7 de novembro de 2010
Dia Europeo de la Opera en Pamplona. CORO "PREMIER ENSEMBLE" de AGAO
Uma idéia a ser aproveitada em todas cidades
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
EXEMPLOS A SEREM SEGUIDOS...

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Serra, você perdeu
Também me lembro muito bem que você colocou a polícia para "dialogar" com os professores descontes...
Você sabe o por quê de haver preferido dar dinheiro a construtoras do que pagar professores de forma honrada. Nós também sabemos!
Agora, espero que você e seus tucanos aprendam alguma coisa com essa derrota.
Minha sugestão: plante mais árvores. Literal e metaforicamente.
Lino
Lino Guedes Pires
Projeto Plante Uma Árvore - idealizador
Candidata à Representação de Brasileiros no Exterior
Caros amigos e/ou conhecidos
No link abaixo, vocês entrarão na pagina de inicio de votação para o CRBE, do Ministério da Relações exteriores Brasileiro.
Eu já havia enviado para vocês os dados e algumas informações a respeito.
Se vocês puderem, votem em mim ; sou uma das pessoas candidatas pela França.
Se puderem também, repassem para os amigos brasileiros que estão fora do pais.
Muito obrigada desde já ; é um pequenino esforço com a minha experiência, para poder cooperar com os brasileiros e com o Ministério junto ao Consulado etc, na questão « comunicação » que nos da’ tanta dor de cabeça quando precisamos fazer contato, não é mesmo ?
Um abraço de agradecimento
Martha Di Monaco Zuquim Pin
Matric consular 5925
Nice - France
http://www.brasileirosnomundo.mre.gov.br/pt-br/News.xml
Girafas: movimento Lugar de Animal promove ação na Feira do Livro de Porto Alegre
Fotos: Marcio de Almeida Bueno
Na tarde deste domingo, 31 de outubro, o movimento ‘Lugar de Animal é em seu Habitat Natural’ aproveitou o início da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre - maior feira de livros a céu aberto das Américas – para marcar presença. Representantes de algumas das dezenas de ONGs que fizeram coalizão em prol das girafas se reuniram na entrada da feira, na Sete de Setembro. Os ativistas realizaram maciça panfletagem, dado o fluxo constante de milhares de pessoas, com recolhimento de assinaturas contra a importação de girafas para substituir as que morreram no Zoológico de Sapucaia do Sul.

A manifestação teve grande respaldo popular, apoiada pela recente cobertura da Imprensa e pela ágil difusão do caso na Internet. Centenas de pessoas diziam estar acompanhando o caso das girafas, fazendo questão de incluir seus nomes no abaixo-assinado. Outras muitas ficavam surpresas ao saber da seqüência de mortes dos animais.

Crianças recebiam adesivos com motivos ligados ao movimento, enquanto os pais ouviam as explicações dos ativistas. Alguns, pela primeira vez, tomavam conhecimento das idéias abolicionistas e refletiam sobre a proposta de liberdade aos animais, ao contrário das atuais relações ditadas pela humanidade.

As assinaturas serão formalmente protocoladas junto à Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, responsável pelo Zôo de Sapucaia - que já adiou a decisão sobre a importação de girafas da África, depois da mobilização popular. Quem quiser endossar o documento, poderá fazer também na versão online, disponível em www.lugardeanimal.com.
Fonte: Vanguarda Abolicionista




